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Economia

Mega-Sena sorteia números do concurso 2988 nesta terça-feira

Confira os números sorteados do concurso 2988 da Mega-Sena nesta terça-feira, 24 de outubro.

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Reprodução)

Na noite desta terça-feira (24), foram sorteadas as seis dezenas do concurso número 2988 da Mega-Sena, realizado no Espaço da Sorte, em São Paulo. Este sorteio atraiu a atenção de apostadores em todo o Brasil, ansiosos pela chance de ganhar um prêmio significativo.

mega: cenário e impactos

Os números sorteados foram: 36 – 23 – 28 – 58 – 57 – 21. Com um prêmio estimado em R$ 12.052.239,22, a expectativa é alta entre os participantes.

A Mega-Sena realiza sorteios três vezes por semana, sempre às terças, quintas e sábados. Os apostadores têm até às 20h (horário de Brasília) para registrar suas apostas, que podem ser feitas nas casas lotéricas credenciadas pela Caixa Econômica Federal ou pela internet.

Acompanhe as próximas edições da Mega-Sena e não perca a oportunidade de participar dessa emocionante loteria.

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Fonte: infomoney.com.br

Economia

Bolsonaro em casa: prisão domiciliar por 90 dias

Moraes autoriza prisão domiciliar de Bolsonaro por 90 dias devido a questões de saúde.

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90 dias. A decisão altera temporariamente o regime de cumprimento da condenação

Destaques:

  • Bolsonaro cumpre pena em casa por 90 dias
  • Decisão do STF visa cuidados de saúde
  • Ex-presidente internado desde março

 

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu que o ex-presidente Jair Bolsonaro poderá cumprir sua pena em prisão domiciliar por um período de 90 dias. Essa mudança no regime de cumprimento da condenação foi motivada por questões de saúde do ex-chefe do Executivo, que está enfrentando complicações médicas.

prisão: cenário e impactos

A medida foi solicitada pela defesa de Bolsonaro, que argumentou a necessidade de cuidados contínuos fora do ambiente prisional. O ex-presidente está internado desde março devido a um quadro de pneumonia resultante de broncoaspiração, o que gerou preocupações sobre sua saúde e a adequação do tratamento em um sistema prisional.

A decisão de Moraes reflete um entendimento sobre a importância de garantir que o ex-presidente receba os cuidados médicos necessários, considerando sua condição atual. A expectativa é que, durante esse período, Bolsonaro possa se recuperar adequadamente e receber o tratamento necessário em um ambiente mais controlado e confortável.

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Essa situação levanta discussões sobre a aplicação da lei e as condições de cumprimento de penas, especialmente para figuras públicas. A prisão domiciliar é uma alternativa que visa equilibrar a necessidade de justiça com a saúde do condenado, um tema que continua sendo debatido na sociedade brasileira.

Para mais informações, acesse o artigo completo em InfoMoney.

Fonte: infomoney.com.br

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Economia

Lei: Projeto de lei pode liberar venda de cerveja nos estádios de SP

Projeto de lei em São Paulo pode liberar a venda de cerveja nos estádios, aumentando receitas e gerando empregos.

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Thiago Bernardes)

Destaques:

  • Projeto de lei busca liberar venda de bebidas alcoólicas
  • Expectativa de aumento de receita para clubes
  • Debate sobre segurança e regulamentação em andamento

O futebol paulista vive um momento de expectativa com a tramitação de um novo projeto de lei que pode permitir a venda de cerveja nos estádios. A proposta, de autoria da vereadora Amanda Vettorazzo (União Brasil), visa alinhar a legislação local às práticas já adotadas em outros eventos esportivos, que atualmente comercializam bebidas livremente.

A proibição da venda de bebidas alcoólicas nos estádios remonta à década de 1990, após episódios de violência entre torcedores. Desde então, a restrição tem gerado discussões sobre sua validade, especialmente considerando que outros eventos nas mesmas arenas não enfrentam as mesmas limitações.

Lobby por mudanças na legislação

Clubes, federações e marcas de cerveja intensificaram o lobby para a liberação da venda. O atual cenário é visto como um contrassenso, já que a proibição não se aplica a eventos como shows e competições internacionais, como a Fórmula 1 e a NFL.

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O projeto de lei propõe que a venda seja realizada em estabelecimentos autorizados dentro dos estádios, como bares e lanchonetes, e permite a atuação de ambulantes licenciados. Para garantir a segurança, as bebidas seriam vendidas apenas em embalagens plásticas.

Impacto econômico e potencial de receitas

O impacto econômico da liberação é considerado significativo, com estimativas apontando um aumento de até 30% no faturamento durante os jogos. Isso não apenas beneficiaria os clubes, mas também geraria empregos diretos em funções como atendimento e vendas ambulantes.

Além disso, a discussão sobre a liberação da venda de bebidas alcoólicas também envolve aspectos jurídicos. Advogados da área defendem que a mudança é necessária para atualizar a legislação e corrigir distorções históricas que não refletem a realidade atual do futebol.

Desafios e regulamentação

Apesar do apoio de alguns parlamentares e do governador Tarcísio de Freitas, a proposta enfrenta desafios. A aprovação depende não apenas da Câmara Municipal, mas também da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo, onde um projeto similar tramita desde 2023.

As discussões incluem a definição de limites para o teor alcoólico das bebidas e a proibição de venda em jogos de base. A regulamentação busca criar um ambiente seguro e controlado para a operação da venda de bebidas nos estádios.

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O futuro da venda de bebidas nos estádios

O debate sobre a venda de cerveja nos estádios de São Paulo continua a evoluir, com a expectativa de que uma decisão final possa ser alcançada ainda este ano. A liberação da venda não apenas representa uma nova fonte de receita para os clubes, mas também reflete uma mudança na percepção sobre o consumo de bebidas alcoólicas no contexto esportivo.

Fonte: infomoney.com.br

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Economia

Governo Anuncia Isenção de PIS/Cofins sobre o Diesel para Minimizar Impactos da Guerra no Irã

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Em uma medida significativa para enfrentar a alta dos preços do petróleo, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva revelou, nesta quinta-feira, uma nova política fiscal que zera a cobrança de PIS/Cofins sobre a importação e comercialização do óleo diesel. Essa ação visa mitigar os efeitos da recente volatilidade nos mercados globais, provocada pela escalada do conflito militar no Irã.

Medidas Anunciadas pelo Governo

Durante o evento no Palácio do Planalto, Lula também assinou uma medida provisória que prevê a concessão de subvenção ao óleo diesel para produtores e importadores, que deverá ser repassada ao consumidor final. Além disso, o presidente anunciou a implementação de um imposto sobre a exportação de petróleo, com o objetivo de equilibrar a balança fiscal.

Motivos da Ação Governamental

Lula destacou que a instabilidade do preço do petróleo está fora de controle, resultado das ‘irresponsabilidades das guerras’, que afetam diretamente o custo dos combustíveis em todo o mundo. Ele enfatizou que o governo está realizando um esforço considerável para proteger os cidadãos brasileiros dos efeitos colaterais desses conflitos internacionais.

Impactos Financeiros das Novas Medidas

O Palácio do Planalto estima que a isenção do PIS/Cofins resultará em uma redução de R$0,32 por litro do diesel nas refinarias. A subvenção adicional proporcionará um benefício equivalente, totalizando uma diminuição de R$0,64 no preço do combustível. O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, esclareceu que a nova alíquota de 12% sobre as exportações de petróleo será uma medida temporária.

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Expectativas e Previsões

Haddad também mencionou que a perda estimada de arrecadação para os cofres públicos será de R$20 bilhões devido ao corte de impostos, somando-se a mais R$10 bilhões em renúncias pela subvenção. Ele ressaltou que, embora o imposto sobre exportações possa ajudar a compensar essas perdas, o foco principal da medida é regulatório, visando estimular a produção nacional e evitar a especulação no mercado.

Cenário Global e Reflexos no Mercado

O cenário internacional se tornou tenso com a eclosão do conflito no Irã, que ocasionou flutuações drásticas nos preços do petróleo. Recentemente, a cotação do Brent atingiu níveis próximos a US$120, mas sofreu oscilações com declarações da administração dos EUA sobre possíveis resoluções para o conflito. Mesmo com o anúncio da Agência Internacional de Energia, que pretende liberar 400 milhões de barris de petróleo de seus estoques, os preços continuam elevados.

Desafios no Mercado Nacional

A Associação Brasileira de Importadores de Combustíveis (Abicom) revelou que o preço médio do diesel vendido pela Petrobras enfrenta uma defasagem de 50% em relação à paridade de importação, refletindo a pressão sobre o mercado interno. Enquanto isso, o dólar, que impacta os custos de combustíveis, apresentou uma alta recente, operando a R$5,21 no início da tarde desta quinta-feira.

Reação do Setor Agropecuário

A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) já havia solicitado ao governo a adoção de medidas emergenciais para uma redução temporária das alíquotas de tributos sobre o diesel. Segundo a CNA, os tributos federais adicionam cerca de 10,5% ao custo do diesel no mercado nacional, aumentando a pressão sobre os agricultores.

Novas Regras de Fiscalização

Além das medidas fiscais, o governo anunciou novas regras que conferem à Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) ferramentas adicionais para fiscalizar o mercado de combustíveis. Os postos de combustíveis também deverão implementar sinalizações claras informando os consumidores sobre as reduções tributárias e os preços ajustados, promovendo maior transparência.

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Conclusão

As medidas anunciadas pelo governo representam uma tentativa de mitigar os impactos da instabilidade internacional nos preços dos combustíveis, buscando proteger o consumidor brasileiro. No entanto, o sucesso dessas iniciativas dependerá da capacidade do governo em gerir as consequências fiscais e da evolução da situação geopolítica que afeta os mercados globais.

Fonte: https://forbes.com.br

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