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Economia

Ouro encerra em baixa devido a alívio nas tensões geopolíticas e fortalecimento do dólar

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Na última quinta-feira, 5 de outubro, o mercado de ouro registrou um recuo significativo, refletindo um cenário de alívio nas tensões entre os Estados Unidos e o Irã, além da valorização do dólar no mercado internacional.

Desempenho do Ouro e da Prata

O contrato mais negociado do ouro na Comex, a divisão de metais preciosos da bolsa de Nova York, encerrou a sessão com uma queda de 1,24%, cotado a US$ 4.889,50 por onça-troy. Esse valor representa uma nova descida abaixo da marca crucial de US$ 4.900. A prata, por sua vez, também enfrentou um dia difícil, despencando 9,10% e fechando a US$ 76,71 por onça-troy.

Contexto Geopolítico

No cenário internacional, o presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou que as conversas com o Irã estão progredindo. Os representantes dos dois países se encontrarão em Omã nesta sexta-feira, 6 de outubro, conforme informou o chanceler iraniano, Abbas Araghchi. A confirmação de Washington sobre as negociações, após incertezas sobre o local do encontro, ajudou a aliviar os temores que pairavam sobre a possibilidade do diálogo não ocorrer.

Análise do Mercado

Analistas do ANZ destacam que um dólar forte impactou negativamente o interesse dos investidores no ouro, limitando a atratividade do ativo como um porto seguro. Apesar da atual baixa, os especialistas sugerem que uma recuperação na demanda, especialmente da China, poderá influenciar positivamente os preços, especialmente com a aproximação do Ano Novo Lunar.

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Previsões Futuras

Embora o ouro tenha enfrentado dificuldades no curto prazo, grandes instituições financeiras continuam a projetar preços elevados para o metal precioso. O UBS, por exemplo, revelou em um relatório que o ouro tem potencial para atingir US$ 6.200 por onça nos primeiros nove meses do ano. Da mesma forma, o Deutsche Bank sugere que um dólar mais fraco pode impulsionar o preço do ouro a até US$ 6.000 até o final de 2026.

Conclusão

Em resumo, o fechamento em queda do ouro à luz das tensões geopolíticas aliviadas e da força do dólar reflete a complexidade do mercado atual. Com as expectativas de conversas entre os EUA e o Irã e previsões otimistas de longo prazo sobre o valor do ouro, o cenário continua a evoluir, exigindo atenção dos investidores e analistas.

Fonte: https://www.moneytimes.com.br

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Economia

Desempenho Financeiro da Enel em 2025 Aumenta Graças a Expansão Internacional

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No ano de 2025, a Enel alcançou um desempenho financeiro notável, com um aumento significativo em seus lucros. Esse crescimento é atribuído, em grande parte, à expansão de suas operações internacionais, que se mostraram estratégicas para o fortalecimento da empresa no mercado global.

Resultados Financeiros Aumentam

Os resultados financeiros da Enel refletem um crescimento robusto em comparação ao ano anterior. A companhia registrou um aumento de 15% em seus lucros, impulsionados por uma melhora na eficiência operacional e pela diversificação de suas fontes de receita. A expansão para novos mercados permitiu à empresa não apenas aumentar sua base de clientes, mas também otimizar seus processos internos.

Expansão Internacional como Fator-Chave

Uma das principais razões para o desempenho positivo da Enel foi sua estratégia de expansão internacional. A empresa investiu em novos projetos em diferentes regiões, incluindo América Latina e Europa, onde a demanda por energia renovável continua a crescer. Essa abordagem não apenas diversificou o portfólio da Enel, mas também fortaleceu sua posição competitiva em mercados emergentes.

Inovações e Sustentabilidade

Além da expansão geográfica, a Enel também focou em inovações tecnológicas e práticas sustentáveis. A empresa implementou soluções de energia renovável e digitalização, contribuindo para a redução de custos e aumento da eficiência. Com isso, a Enel se posiciona como uma líder no setor energético, alinhando seus objetivos de lucro com a responsabilidade ambiental.

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Perspectivas Futuras

Olhando para o futuro, a Enel se prepara para continuar sua trajetória de crescimento. A empresa planeja aumentar seus investimentos em energias renováveis e expandir ainda mais suas operações internacionais. Com um cenário global que favorece a sustentabilidade e a inovação, a Enel está bem posicionada para enfrentar os desafios do mercado e maximizar suas oportunidades de lucro.

A combinação de uma sólida estratégia internacional, foco em inovações sustentáveis e uma gestão eficaz pode garantir à Enel um futuro promissor no setor energético.

Fonte: https://valor.globo.com

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Economia

Análise da Temporada de Resultados do 4T25: Oportunidades e Desafios

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A temporada de resultados do quarto trimestre de 2025 (4T25) teve início recentemente no Brasil, e as expectativas são elevadas. De acordo com os analistas do Santander, as empresas monitoradas devem apresentar um desempenho positivo em comparação ao ano anterior. Eles projetam um crescimento médio de 3% na receita líquida, um aumento de 4% no lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda), e uma impressionante alta de cerca de 19% no lucro líquido.

Destaques Positivos da Temporada

Os analistas do Santander identificaram sete empresas que podem surpreender positivamente nesta temporada. Entre elas, a Aura Minerals se destaca, com expectativas de resultados robustos impulsionados pelo aumento nos preços e uma produção sólida. Espera-se que a companhia reporte um Ebitda de US$ 211 milhões, refletindo um crescimento de 39% em relação ao trimestre anterior.

Outro nome em evidência é a construtora Cyrela, que deve se beneficiar do reconhecimento de receitas de projetos liberados de cláusulas suspensivas. A previsão é de que a receita líquida alcance R$ 2,9 bilhões, representando um crescimento de 18% em relação ao ano anterior.

A Embraer também promete um desempenho positivo, com entregas robustas de jatos executivos e cargueiros militares, o que deverá contribuir para um trimestre forte. A expectativa é de que a empresa mantenha um fluxo de entregas expressivo.

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O Fleury, por sua vez, deve mostrar um crescimento de receita na casa dos 11%, impulsionado por novas parcerias e serviços. Os analistas esperam que a margem Ebitda se mantenha estável, em torno de 22%, com o lucro líquido surpreendendo positivamente.

Nubank, conhecido por sua inovação no setor financeiro, também figura entre os destaques, projetando um lucro líquido contábil de US$ 901 milhões. O aumento dos limites de crédito para clientes existentes e a expansão no México são fatores que devem subsidiar esse crescimento.

Ser Educacional é outra empresa na lista de potenciais surpresas. Embora o fluxo de caixa projetado seja modesto, a estimativa de crescimento de 8% na receita líquida é um sinal positivo em um setor que, historicamente, apresenta resultados negativos nesse período.

O varejo farmacêutico também se destaca, com a RD Saúde prevendo um aumento nas vendas de 8,1% nas mesmas lojas, enquanto a Pague Menos deve registrar uma alta de 17,1% nesse mesmo indicador.

Desafios na Temporada de Resultados

Por outro lado, algumas empresas enfrentam desafios significativos. O Banco do Brasil, por exemplo, deve ver sua rentabilidade pressionada, apesar da expectativa de um lucro líquido de R$ 4,6 bilhões. A deterioração da inadimplência no agronegócio e as altas provisões podem impactar negativamente os resultados.

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A EZTec é outra companhia que pode enfrentar dificuldades, com uma previsão de queda de 37% na receita líquida, totalizando R$ 265 milhões. Essa diminuição é atribuída à falta de novos projetos que contribuam para a receita, além do reconhecimento de lançamentos que será postergado.

A Randoncorp também deve apresentar um desempenho morno, com analistas prevendo um trimestre sem grandes novidades. Essa situação reflete as dificuldades que a empresa enfrenta no cenário atual.

Esses resultados contrastam com as expectativas de crescimento em outros setores, evidenciando a disparidade entre empresas que se beneficiam de tendências de mercado e aquelas que enfrentam adversidades econômicas.

Conclusão

A temporada de resultados do 4T25 promete ser um período de grandes contrastes. Enquanto diversas empresas estão posicionadas para superarem suas expectativas, outras enfrentam desafios que podem impactar sua performance. A análise cuidadosa das tendências e resultados será crucial para investidores que buscam oportunidades e desejam mitigar riscos em um cenário econômico dinâmico.

Fonte: https://www.infomoney.com.br

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Economia

Crise de confiança derruba Bitcoin!

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O Bitcoin, a principal criptomoeda do mundo, viu seu valor cair abaixo da marca de US$ 70.000 pela primeira vez em 15 meses. Este declínio representa uma queda significativa de mais de 44% desde o seu pico em outubro do ano passado. A queda recente ocorreu em meio a um clima de aversão ao risco que permeia os mercados globais, refletindo um sentimento de desconfiança generalizada entre os investidores.

Causas da Queda do Bitcoin

No início do pregão em Nova York na quinta-feira (5), o Bitcoin registrou um valor de US$ 69.821, o que o coloca em níveis semelhantes aos observados após a vitória eleitoral de Donald Trump em novembro de 2024. Shiliang Tang, sócio-gerente da Monarq Asset Management, descreve o atual cenário do mercado como uma ‘crise de fé’. Este fenômeno é alimentado inicialmente por liquidações específicas, mas rapidamente se transformou em um estresse mais amplo entre diversos ativos.

Dados da Coinglass indicam que aproximadamente US$ 722 milhões em posições compradas em criptomoedas foram liquidadas nas últimas 24 horas, evidenciando a intensidade das vendas. Wenny Cai, diretora de operações da SynFutures, afirma que o sentimento de aversão ao risco está dominando o mercado, e a movimentação dos preços reflete mais as condições financeiras do que narrativas anteriores que sustentavam o otimismo.

Desempenho dos Mercados e Impacto nas Criptomoedas

Os mercados de ações também enfrentaram dificuldades, com o Nasdaq 100 apresentando uma queda superior a 2% na quarta-feira. As perdas se alastraram por setores sensíveis às taxas de juros, como tecnologia e manufatura. Apesar disso, o Bitcoin e outras criptomoedas já enfrentavam uma tendência de baixa há meses, o que levanta preocupações sobre a sustentação de seu valor.

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Andrew Tu, chefe de desenvolvimento de negócios da Efficient Frontier, expressa sua apreensão em relação ao futuro do Bitcoin. Ele alerta que, se a criptomoeda não conseguir se manter acima de US$ 72.000, é possível que atinja os US$ 68.000 e até mesmo volte a níveis mínimos observados em 2024. O clima pessimista no mercado de criptomoedas é acentuado pela recente queda de quase 20% no ano.

Fluxos de ETFs e Ceticismo do Investidor

Os fluxos de ETFs de Bitcoin nos Estados Unidos estão demonstrando instabilidade. Após uma entrada líquida de aproximadamente US$ 562 milhões em um único dia, mais de US$ 800 milhões foram retirados desses fundos nos dias subsequentes, de acordo com dados da Bloomberg. Essa volatilidade reflete um crescente ceticismo em relação ao papel do Bitcoin como um ativo seguro em tempos de incerteza econômica.

Alex Kuptsikevich, analista-chefe de mercado da FxPro, observa que o Bitcoin voltou a uma faixa que anteriormente representou forte resistência entre março e outubro de 2024. Isso pode explicar o interesse renovado de investidores em busca de oportunidades em meio à turbulência atual do mercado.

Conclusão: O Caminho Adiante para o Bitcoin

A situação atual do Bitcoin e das criptomoedas reflete um desafio significativo para investidores e analistas. A queda abaixo de US$ 70.000, em um contexto de desconfiança generalizada, sugere que o mercado precisa de uma estabilização para recuperar a confiança dos participantes. À medida que os investidores monitoram os desenvolvimentos, a capacidade do Bitcoin de se recuperar dependerá de fatores tanto internos quanto externos que moldam o panorama financeiro global.

Fonte: https://www.infomoney.com.br

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