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María Corina Machado se diz pronta para diálogo com Delcy Rodríguez sobre transição democrática

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Em um momento crucial para a política venezuelana, a líder da oposição e laureada com o Prêmio Nobel da Paz de 2025, María Corina Machado, declarou que está 'pronta' para se reunir com a atual presidente interina, Delcy Rodríguez. O objetivo do encontro seria discutir um 'calendário' para uma transição democrática de governo, considerando esse processo como 'irreversível'.

Propostas de Transição

Durante uma videoconferência com a imprensa local, Machado enfatizou a importância de um diálogo para definir um cronograma de transição. Ela afirmou que, caso seja necessário, não hesitará em participar de reuniões para discutir as etapas desse processo. 'Como eu já disse, qualquer processo se baseia no reconhecimento de 28 de julho de 2024 e na transição', destacou, referindo-se à eleição presidencial que reelegeu Nicolás Maduro em meio a contestações.

Contexto Político Atual

A situação política na Venezuela se tornou ainda mais complexa após a captura de Nicolás Maduro, que estava em seu terceiro mandato, em uma operação dos Estados Unidos. Ele foi levado para Nova York, onde enfrenta acusações de narcotráfico. Com a saída de Maduro, Delcy Rodríguez assumiu a presidência interina, introduzindo algumas mudanças na administração para evitar um aumento das tensões com os EUA.

Retorno de Machado e suas Expectativas

María Corina Machado, que ficou em paradeiro desconhecido por mais de um ano e meio, deixou a Venezuela em dezembro passado com a ajuda de autoridades americanas, conforme noticiado pela mídia internacional. Sua saída foi para receber o Prêmio Nobel da Paz na Noruega. Desde então, ela ainda não retornou ao seu país, mas continua a se posicionar como uma das principais vozes da oposição, buscando um caminho para a democracia na Venezuela.

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Perspectivas Futuras

O cenário atual levanta questões sobre o futuro político da Venezuela e a viabilidade de um diálogo entre Machado e Rodríguez. Enquanto a oposição busca estabelecer um novo governo, a receptividade do regime chavista para as propostas de transição permanece incerta. O desenrolar dessas negociações poderá determinar os próximos passos na luta por uma Venezuela democrática e estável.

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