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Economia

Localiza (RENT3) Leiloará 21 Mil Ações Preferenciais Após Bonificação

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A Localiza (RENT3) anunciou, nesta quinta-feira (5), a conclusão do período em que os acionistas poderiam transferir frações de ações preferenciais resultantes de uma bonificação aprovada em assembleia no mês de dezembro de 2025. Essa etapa marca um importante movimento na gestão de ativos da companhia.

Agrupamento de Ações e Leilão

Com o encerramento do prazo, as frações não movimentadas foram agrupadas, totalizando aproximadamente 21 mil ações preferenciais. Este montante será leiloado na B3, a bolsa de valores do Brasil. A venda dessas ações representa uma oportunidade para a empresa otimizar seu capital e proporcionar retorno aos acionistas.

Distribuição dos Recursos

Os recursos líquidos obtidos com o leilão das ações serão distribuídos entre os acionistas que possuíam as frações originais, seguindo uma proporção definida. Embora a data exata para o pagamento ainda não tenha sido divulgada, a Localiza garantiu que os investidores receberão suas parcelas conforme as diretrizes estabelecidas.

Processo de Crédito para Acionistas

Os acionistas que têm suas ações custodiadas na B3 receberão os valores através de seus respectivos agentes de custódia. Por outro lado, os investidores que mantêm suas ações no escriturador da Localiza, que é a Itaú Corretora, terão os montantes creditados diretamente em suas contas correntes. Essa diferenciação no processo de crédito visa facilitar o acesso aos recursos para todos os acionistas.

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Considerações Finais

O leilão das 21 mil ações preferenciais da Localiza representa uma estratégia não apenas para a gestão de frações não movimentadas, mas também como uma forma de maximizar o retorno financeiro para os acionistas. Com a execução desse leilão, a companhia busca fortalecer sua posição no mercado e garantir que os investidores possam se beneficiar das movimentações realizadas.

Fonte: https://www.moneytimes.com.br

Economia

Superávit Comercial do Brasil em Janeiro Atinge US$4,3 Bilhões

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Em janeiro, a balança comercial brasileira apresentou um superávit de US$4,343 bilhões, conforme dados divulgados pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços. Esse resultado representa um crescimento significativo de 85,8% em comparação ao mesmo mês do ano anterior, refletindo uma redução mais acentuada nas importações em relação à queda nas exportações.

Desempenho das Exportações e Importações

As exportações brasileiras totalizaram US$25,153 bilhões em janeiro, o que representa uma diminuição de 1% em relação a janeiro de 2025. Em contraposição, as importações caíram 9,8%, totalizando US$20,810 bilhões. Esse cenário indica uma dinâmica favorável para o superávit, com as importações apresentando uma retração mais acentuada.

Setores em Destaque

No último mês, o setor agropecuário foi o único a registrar aumento nas exportações, com um crescimento de 2,1%, impulsionado principalmente pelas vendas de soja e milho. Em contrapartida, o setor extrativo viu suas exportações diminuírem em 3,4%, afetadas pela queda nas vendas de petróleo e minério de ferro. O setor de transformação também teve um desempenho negativo, com uma redução de 0,5% nas suas exportações.

Mudanças na Participação por Regiões

A análise das exportações por regiões mostra uma diminuição significativa na participação dos Estados Unidos, que caiu de 12,7% em janeiro de 2025 para 9,5% em janeiro deste ano. As vendas para o mercado norte-americano apresentaram uma queda de 25,5% em relação ao ano anterior. Em contraste, a participação da China nas exportações brasileiras aumentou, passando de 21,7% para 25,7% no mesmo período.

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Tendências nas Importações

As importações brasileiras também refletem mudanças nas tendências de consumo, com uma queda significativa nas compras de bens intermediários e combustíveis. Essa redução superou os incrementos observados nas importações de bens de consumo e bens de capital, indicando um ajuste nas necessidades do mercado interno.

Expectativas Futuras

Embora o superávit comercial tenha sido positivo, o resultado ficou ligeiramente abaixo das previsões de analistas, que estimavam um superávit de US$4,9 bilhões para o mês. À medida que o cenário econômico global e as relações comerciais evoluem, será essencial monitorar as tendências nas exportações e importações para entender os impactos no comércio exterior brasileiro.

Com esses dados, o Brasil se posiciona em um cenário de recuperação, mas enfrenta desafios nas relações comerciais, principalmente com os EUA, enquanto a China se firma como um parceiro comercial cada vez mais relevante.

Fonte: https://www.infomoney.com.br

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Economia

B3: Expectativas para 2026

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Gilson Finkelsztain, presidente da B3, expressou otimismo quanto à reabertura do mercado brasileiro para ofertas públicas iniciais de ações (IPOs) neste ano. Em uma recente coletiva de imprensa, ele destacou que essa retomada será impulsionada principalmente por empresas consolidadas do setor de infraestrutura, que podem realizar operações significativas e bilionárias.

Fatores que Influenciam a Retomada

De acordo com Finkelsztain, o interesse crescente de investidores estrangeiros é um dos fatores que devem facilitar essa reabertura. Ele citou como exemplo o lançamento das ações do banco digital PicPay nos Estados Unidos, que ocorreu no final de janeiro. O CEO observou que a tendência atual é que a maioria das empresas que optam por abrir capital no exterior considere também a disponibilização de um Brazilian Depositary Receipt (BDR) no Brasil.

Expectativas para o Futuro

Finkelsztain acredita que a tendência de abertura de capital fora do Brasil pode mudar, com mais empresas escolhendo o mercado local para suas ofertas. Ele mencionou que, no momento, existem entre 10 e 15 empresas brasileiras preparadas para realizar IPOs ou follow-ons este ano. Além do PicPay, a fintech Agibank também está se preparando para listar suas ações na bolsa de valores americana, tendo recentemente publicado seu prospecto preliminar.

Desafios no Cenário Econômico

Apesar do otimismo, o presidente da B3 destacou os desafios que podem impactar o mercado de IPOs em 2026, como as eleições presidenciais no Brasil e a taxa de juros elevada, atualmente fixada em 15% ao ano. Ele ressaltou que essas condições podem limitar o potencial de ofertas durante o ano eleitoral. Finkelsztain enfatizou que, se as taxas de juros conseguirem cair para um dígito até 2027, isso poderia atrair mais investidores para o mercado de renda variável.

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Reflexões sobre IPOs Passados

Ao ser questionado sobre a quantidade de IPOs esperados para 2026, Finkelsztain fez uma brincadeira, mencionando que gostaria de afirmar que nenhum seria realizado, lembrando-se de uma previsão semelhante que não se concretizou em 2020, quando mais de 20 empresas abriram capital. Essa reflexão demonstra a volatilidade e a incerteza que cercam o mercado de ações no Brasil.

A expectativa de um novo ciclo de IPOs representa uma fase de rejuvenescimento para o mercado financeiro brasileiro, trazendo oportunidades tanto para empresas quanto para investidores em um cenário em constante mudança.

Fonte: https://www.infomoney.com.br

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Economia

Queda das Bolsas na Europa Após Decisão do BCE e Resultados Mistos

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As bolsas de valores europeias registraram uma queda significativa nesta quinta-feira, 5 de outubro, após o Banco Central Europeu (BCE) decidir manter as taxas de juros inalteradas. Os investidores, por sua vez, estavam avaliando os resultados financeiros de diversas empresas, que apresentaram um desempenho misto, incluindo grandes nomes como Shell e BNP Paribas.

Decisão do BCE e Seus Efeitos

O índice pan-europeu STOXX 600 fechou com uma desvalorização de 1,05%, alcançando 611 pontos, marcando a maior queda em mais de dois anos e refletindo uma diminuição em relação ao fechamento recorde do dia anterior. O BCE manteve a taxa de juros em 2%, conforme as expectativas do mercado, e a presidente da instituição, Christine Lagarde, afirmou que a inflação está em um nível satisfatório.

Inflação e Impactos no Mercado

Apesar da estabilidade nas taxas de juros, a inflação subjacente na União Europeia apresentou uma desaceleração mais acentuada do que o esperado, situação que foi intensificada pelo fortalecimento do euro. Kiran Ganesh, estrategista de múltiplos ativos da UBS Global Wealth Management, minimizou as preocupações relacionadas à valorização da moeda, destacando que esse fenômeno já estava previsto nas projeções econômicas.

Setores em Queda e Resultados Empresariais

Os setores que geralmente são mais sensíveis às variações nas taxas de juros, como o imobiliário e o de construção, enfrentaram quedas de 0,8% e 0,4%, respectivamente. As ações do setor bancário, por outro lado, foram as que mais impactaram negativamente o índice, apresentando uma perda de 3,5%. Em contraste, o BNP Paribas destacou-se com uma alta de 1,2% ao reportar lucros acima das expectativas no quarto trimestre.

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Desempenho das Ações Setoriais

Além da queda das ações bancárias, as empresas do setor de mineração também enfrentaram um declínio, com uma perda de 3,4%. A Shell, gigante do setor petrolífero, viu suas ações recuarem 3,4% após não conseguir atender às expectativas de lucro líquido. Esses desempenhos negativos refletiram o clima de aversão ao risco entre os investidores.

Desempenho dos Principais Índices

Em termos de índices, Londres viu o Financial Times cair 0,90%, encerrando o dia a 10.309 pontos. Em Frankfurt, o DAX teve uma desvalorização de 0,46%, chegando a 24.491 pontos. O índice CAC-40 de Paris perdeu 0,29%, somando 8.238 pontos. Em Milão, o Ftse/Mib registrou uma queda de 1,75%, encerrando a 45.819 pontos, enquanto o Ibex-35 de Madri caiu 1,97%, a 17.746 pontos. Por fim, em Lisboa, o PSI20 desvalorizou-se em 1,16%, alcançando 8.779 pontos.

Conclusão

O dia foi marcado por um clima de incerteza nos mercados europeus, exacerbado pela decisão conservadora do BCE e pelos resultados mistos das empresas. À medida que os investidores buscam entender as implicações dessas condições econômicas, a volatilidade pode continuar a ser uma característica dos mercados financeiros no curto prazo.

Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br

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