Nos últimos meses, a valorização do ouro teve um impacto significativo nas estratégias de investimento do Itaú BBA. Em janeiro, o banco revisou suas carteiras de ações e tomou decisões estratégicas, destacando tanto as oportunidades quanto os riscos associados ao mercado.
Aura Minerals em Destaque
A Aura Minerals (AURA33) se destacou como a principal beneficiária da alta do ouro, apresentando um crescimento impressionante de 25% em seu valor de mercado. Este desempenho notável fez da empresa a maior responsável pela rentabilidade nas carteiras do BBA durante o mês de janeiro.
Estratégia de Investimento do BBA
A Aura Minerals faz parte de três carteiras recomendadas pelo Itaú BBA: Top 5, Dividendos e Small Caps. Em cada uma dessas carteiras, a participação da empresa foi estrategicamente alocada, com um peso de 20% nas duas primeiras e de 10% na última. Essa distribuição reflete a confiança do banco nas perspectivas de crescimento da mineradora.
Considerações sobre o Cenário Internacional
Apesar do desempenho positivo da Aura Minerals, o Itaú BBA optou por retirar a Vivara de suas carteiras. Essa decisão indica uma postura cautelosa diante de um cenário internacional complexo e cheio de incertezas. O banco manteve os percentuais de investimento na Aura como uma forma de proteger os portfólios contra possíveis volatilidades futuras no mercado.
Conclusão
A valorização do ouro não apenas beneficiou a Aura Minerals, mas também provocou uma reavaliação nas estratégias de investimento do Itaú BBA. A abordagem proativa do banco, ao manter uma forte posição na mineradora enquanto ajusta outras participações, demonstra sua adaptabilidade em um ambiente econômico dinâmico e desafiador.
Fonte: https://exame.com