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Economia

Carteira Recomendável da Terra: Ações para Superar o Ibovespa em Fevereiro de 2024

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A Terra Investimentos atualizou sua carteira semanal de ações, válida de 13 a 20 de fevereiro de 2024, com o objetivo de oferecer opções que possam superar o desempenho do Ibovespa (IBOV) no curto prazo.

Mudanças Estratégticas na Carteira

Nesta nova seleção, a ação da construtora MRV (MRVE3) foi retirada do portfólio após cumprir a expectativa de alta e alcançar uma rentabilidade de 19%. Para substituí-la, o analista Regis Chinchila indicou a Cemig (CMIG4), refletindo uma estratégia de ajuste que visa otimizar os resultados da carteira.

Composição Atual da Carteira

Além da Cemig, a carteira é composta por quatro outras ações: JBS (JBSS3), Porto (PSSA3), Hypera (HYPE3) e Iguatemi (IGTI11). Cada uma dessas ações representa 20% do portfólio, demonstrando um equilíbrio nas apostas do analista.

Desempenho da Carteira e do Ibovespa

Na semana anterior à atualização, as ações recomendadas pela Terra apresentaram um desempenho positivo de 3,68%, superando o crescimento de 3,10% do Ibovespa até o fechamento do dia 12 de fevereiro. O destaque entre as ações foi a MRV, que teve uma valorização de 12,70%, enquanto a JBS enfrentou um recuo de 1,20%.

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Rentabilidade Acumulada

Em uma análise mais ampla, a carteira recomendada pela Terra acumula uma impressionante alta de 81,60% nos últimos 12 meses, em contraste com o desempenho positivo de 50,96% do Ibovespa no mesmo período. Essa diferença significativa destaca a eficácia das escolhas feitas pela Terra Investimentos.

Resumo das Ações Recomendadas

Para facilitar a visualização, aqui está a lista das ações recomendadas pela Terra, juntamente com seus respectivos tickers e pesos na carteira:

Hypera (HYPE3) – 20% Cemig (CMIG4) – 20% Iguatemi (IGTI11) – 20% JBS (JBSS3) – 20% Porto (PSSA3) – 20%

Conclusão

A atualização da carteira recomendada da Terra Investimentos reflete um movimento estratégico para maximizar os ganhos no curto prazo, destacando ações que já mostraram resiliência e potencial de crescimento. Com a inclusão da Cemig e a exclusão da MRV, os investidores têm a oportunidade de diversificar suas apostas em um mercado volátil.

Fonte: https://www.moneytimes.com.br

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Economia

Manutenção da Estimativa da Safra de Soja na Argentina pela Bolsa de Buenos Aires

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A Bolsa de Cereais de Buenos Aires (BdeC) divulgou nesta quinta-feira (12) que a estimativa da safra de soja para o ano agrícola 2025/26 permanece em 48,5 milhões de toneladas. Este número se mantém inalterado, mas a produção da soja enfrenta desafios, principalmente a necessidade de chuvas nos próximos dias para garantir a continuidade do cenário favorável.

Importância da Soja para a Economia Argentina

A soja desempenha um papel crucial na economia argentina, sendo o maior exportador mundial de óleo e farelo desse grão. O cultivo de soja é vital para o setor agrícola do país e para as receitas de exportação, refletindo a necessidade de monitorar as condições climáticas que afetam sua produção.

Necessidade de Chuvas para a Manutenção da Safra

De acordo com o relatório semanal da BdeC, as chuvas recentes mostraram uma distribuição desigual, o que significa que áreas como o sul da província de Santa Fé e o centro-leste de Entre Ríos ainda precisam de precipitações adicionais. A previsão do órgão aponta para uma expectativa de chuvas entre 25 e 75 milímetros na região norte do núcleo agrícola, com volumes que podem chegar até 100 milímetros em partes centrais de Santa Fé.

Comparativo com Outras Estimativas de Safra

Em contraste com a BdeC, a Bolsa de Comércio de Rosário apresentou uma estimativa ligeiramente menor, projetando a safra de soja em 48 milhões de toneladas, o que representa um aumento de 1 milhão de toneladas em relação às previsões anteriores. Essa divergência destaca as incertezas existentes em relação ao clima e suas repercussões na colheita.

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Situação da Safra de Milho

Além da soja, a BdeC também manteve sua previsão para a safra de milho 2025/26 em 57 milhões de toneladas. No entanto, o estado das culturas de milho se deteriorou recentemente, levando os agricultores a aguardarem chuvas que possam melhorar a situação atual. A Argentina ocupa a posição de terceiro maior exportador de milho no mundo, tornando a produção deste cereal igualmente significativa para a economia nacional.

Conclusão

A manutenção das estimativas de safra de soja e milho pela Bolsa de Buenos Aires reflete a complexidade do cenário agrícola argentino, que depende fortemente das condições climáticas. À medida que o país se prepara para as próximas colheitas, a atenção se volta para as previsões meteorológicas e as necessidades de irrigação, que são essenciais para garantir a estabilidade da produção agrícola e a saúde da economia.

Fonte: https://forbes.com.br

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Economia

Ibovespa Registra Queda Significativa em Dia de Cautela Global

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Nesta sexta-feira, 13 de outubro, o Ibovespa (IBOV) enfrentou um dia desafiador, com uma perda de 2 mil pontos nas negociações matinais. A cautela predominou nas bolsas globais, refletindo-se em um recuo nas commodities que impactou diretamente o desempenho do índice brasileiro.

Desempenho do Ibovespa e Indicadores Internos

O índice chegou a registrar uma mínima de 183.662,18 pontos, equivalente a uma queda de 2,19%. Por volta das 12h44, o Ibovespa se estabilizou em 185.006,63 pontos, com uma redução de 1,47%. No cenário interno, os investidores reagiram a um recuo de 0,4% nas vendas do varejo restrito em dezembro em comparação a novembro, um resultado que superou a expectativa, que era de uma queda de apenas 0,1% segundo as projeções do Broadcast.

Resultados da Vale e Impacto no Mercado

Adicionalmente, a mineradora Vale (VALE3) reportou um prejuízo de US$ 3,8 bilhões no quarto trimestre de 2025, um número alarmante se comparado ao prejuízo de US$ 694 milhões no mesmo período do ano anterior. Este resultado reverteu um lucro de US$ 2,7 bilhões obtido nos três meses anteriores, o que pressionou ainda mais o mercado.

Cenário Internacional e Expectativas de Juros

Do ponto de vista internacional, os investidores estavam atentos à inflação nos Estados Unidos, que apresentou um aumento acumulado de 2,4% em 12 meses. Os economistas esperavam um avanço de 0,3% nos preços ao consumidor mensalmente e 2,5% anualmente. O núcleo do Índice de Preços ao Consumidor (CPI), que exclui itens voláteis como alimentos e energia, também subiu 0,3% na comparação mensal, totalizando 2,5% ao ano. Esses dados reforçaram as expectativas de cortes nas taxas de juros pelo Federal Reserve na reunião programada para junho.

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Movimentação dos Mercados e Ações em Alta e Baixa

Apesar do desempenho negativo do Ibovespa, os índices de Wall Street, que inicialmente abriram em baixa, conseguiram se recuperar, com a maioria dos setores apresentando alta, embora o segmento de tecnologia ainda permanecesse em baixa. Em meio a esse cenário, apenas 11 ações estavam em alta no pregão da bolsa brasileira. A Eneva (ENEV3) destacou-se com uma valorização superior a 6%, após a aprovação de editais pelos leilões de reserva de capacidade pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).

Ações de Maior Peso e Variação do Dólar

No entanto, a BB Seguridade (BBSE3) liderou as perdas, com uma queda de mais de 4%, após ter sua recomendação rebaixada de compra para neutro pelo Goldman Sachs. As ações da Vale (VALE3) e da Petrobras (PETR4), que têm grande peso no índice, também sofreram desvalorização, caindo 2% e 1%, respectivamente, acompanhando a fraqueza nos preços do petróleo e do minério de ferro.

Flutuação do Dólar em Relação a Outras Moedas

Em relação ao dólar, a moeda norte-americana apresentou alta em comparação a outras divisas globais, como o euro e a libra, situando-se em 96 pontos após os dados de inflação que ficaram abaixo do esperado. Por volta das 13h33, o índice DXY, que avalia o dólar em relação a uma cesta de seis moedas fortes, subia 0,03%, atingindo 96.956 pontos. Em relação ao real, a moeda americana estava cotada a R$ 5,2290, apresentando uma alta de 0,55%, com uma máxima intradia de R$ 5,2495.

Conclusão

O dia foi marcado por um ambiente de incerteza tanto no Brasil quanto no exterior, com o Ibovespa refletindo esses desafios. A combinação de resultados corporativos negativos, dados econômicos decepcionantes e expectativas sobre políticas monetárias contribuiu para um desempenho instável. Os investidores permanecem atentos aos próximos movimentos do mercado, especialmente em relação ao Federal Reserve e suas possíveis decisões sobre juros.

Fonte: https://www.moneytimes.com.br

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Economia

Banco do Brasil: Lucros Superam Expectativas e Projeções para 2026 São Promissoras

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O Banco do Brasil (BB) apresentou um lucro líquido ajustado de R$ 5,7 bilhões no quarto trimestre do último ano, refletindo uma diminuição de 40,1% em comparação ao mesmo período de 2024. Entretanto, esse resultado superou as previsões do mercado, que estimavam um lucro médio de R$ 4,5 bilhões, e representou um aumento de 51,7% em relação ao terceiro trimestre.

Projeções para 2026: Expectativas de Crescimento

O banco também anunciou suas expectativas para 2026, prevendo um lucro líquido ajustado que varia entre R$ 22 bilhões e R$ 26 bilhões. No total, o lucro líquido de 2025 alcançou R$ 20,7 bilhões, dentro do intervalo anteriormente estimado pelo BB, que era de R$ 18 bilhões a R$ 21 bilhões, embora tenha apresentado uma queda de 45,4% em relação ao ano anterior.

Desafios e Ajustes em 2025

Durante o ano passado, a presidente-executiva do Banco do Brasil, Tarciana Medeiros, caracterizou 2025 como um ano de ajustes. O resultado do banco foi severamente impactado pelo aumento da inadimplência na carteira de agronegócio e pelas novas normas contábeis que elevaram as provisões para potenciais perdas de crédito. Essa combinação de fatores levou o BB a revisar suas projeções mais de uma vez ao longo do ano.

Crescimento da Carteira de Crédito e Projeções

Para o próximo ano, o Banco do Brasil prevê um crescimento de sua carteira de crédito entre 0,5% e 4,5%. Este crescimento será impulsionado principalmente pela segmentação de clientes pessoas físicas, que deve aumentar entre 6% e 10%. Em contrapartida, a carteira de empresas pode registrar uma leve queda de até 3% ou um crescimento máximo de 1%. O setor do agronegócio, por sua vez, deve apresentar resultados mistos, com variações entre uma diminuição de 2% e um aumento de até 2%.

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Custo do Crédito e Expectativas de Receita

O custo do crédito para 2026 está projetado entre R$ 53 bilhões e R$ 58 bilhões. Além disso, o banco espera um crescimento de 2% a 6% nas receitas provenientes da prestação de serviços e um aumento nas despesas administrativas que deve variar entre 5% e 9%. A margem financeira bruta também deve ter um desempenho positivo, com previsões de alta entre 4% e 8%.

Aumento da Inadimplência e Impactos

No final de dezembro, a carteira de crédito expandida do Banco do Brasil atingiu quase R$ 1,3 trilhão, com um incremento de 1,4% em relação ao trimestre anterior e 2,5% em relação ao ano anterior. Apesar desse crescimento, a inadimplência superior a 90 dias subiu para 5,17%, um aumento significativo em comparação aos 4,51% do terceiro trimestre e 3,16% do ano passado. O BB atribuiu parte desse aumento a um caso isolado na carteira de uma empresa do setor atacadista.

Retorno Sobre Patrimônio e Comparações com Concorrentes

No quarto trimestre, o Banco do Brasil conseguiu um retorno sobre patrimônio líquido de 12,4%, um aumento em relação aos 8,4% do trimestre anterior, mas ainda aquém dos 20,8% registrados no mesmo período do ano passado. Comparativamente, o BB ficou atrás de seus principais concorrentes, como Itaú Unibanco, que apresentou 24,4%, e Santander Brasil, com 17,6%.

Conclusão: Otimismo e Cautela para o Futuro

Tarciana Medeiros reafirmou o otimismo do banco para 2026, destacando a importância de uma abordagem cautelosa e estratégica. A executiva enfatizou que, apesar dos desafios, o BB está preparado para enfrentar um novo ano com foco em mitigar riscos e garantir rentabilidade. A implementação de garantias robustas, resiliência na matriz de crédito e o lançamento de novos produtos são algumas das estratégias que o banco adotará para fortalecer sua relação histórica com o setor agropecuário.

Fonte: https://forbes.com.br

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