A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) anunciou, na última segunda-feira (16), a decisão de recolher lotes de esmaltes em gel da marca Impala. A medida foi motivada pela presença da substância INCI Trimethylbenzoyl Diphenylphosphine Oxide (TPO), que é proibida em cosméticos no Brasil.
Motivação para o Recolhimento
A Anvisa tomou essa decisão após receber informações do Laboratório Avamiller de Cosméticos Ltda, fabricante dos produtos, acerca do recolhimento voluntário. A nota divulgada pela agência destacou a gravidade da situação, uma vez que a TPO é uma substância vetada em produtos de higiene pessoal e cosméticos no país.
Lista dos Produtos Afetados
Os esmaltes que estão sendo recolhidos incluem todos os lotes das seguintes linhas: Plus Gel Esmalte Impala Gel, Esmalte Gel Impala Gel Plus, Gel Plus Impala Esmalte Gel, Esmalte Gel Plus Impala e Top Coat Gel Impala Gel Plus Clear. A abrangência do recall reflete a preocupação com a segurança dos consumidores.
Legislação e Riscos Associados
Em outubro do ano passado, a Anvisa publicou a Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) 995/2025, que modificou a RDC 529/2021, estabelecendo a proibição do uso da TPO em cosméticos. A decisão foi tomada com base em estudos que indicaram riscos potenciais à saúde em casos de exposição prolongada à substância.
Identificando a Presença da TPO
Para os consumidores que desejam verificar a presença da TPO em produtos de beleza, a Anvisa recomenda a leitura atenta dos rótulos. A substância pode ser identificada sob diferentes nomenclaturas, incluindo Diphenyl (2,4,6-trimethylbenzoyl) phosphine oxide, Trimethylbenzoyl diphenylphosphine oxide e outras variações.
Conclusão e Recomendações
Diante dessa situação, é fundamental que os consumidores estejam cientes dos riscos associados ao uso de produtos que contenham substâncias proibidas. A Anvisa continua a monitorar e regular o mercado de cosméticos para garantir a segurança dos produtos disponíveis aos brasileiros. Para mais informações e atualizações, os interessados podem seguir as redes sociais da Anvisa e de veículos de comunicação locais.
Fonte: https://www.acidadeon.com