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Mergulhadores na Córsega Descobrem Tesouro Submerso Avaliado em R$ 9 Bilhões

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Uma atividade aparentemente rotineira de coleta de ouriços-do-mar no litoral da Córsega acabou resultando em uma descoberta extraordinária. Um grupo de mergulhadores se deparou com um tesouro submerso que inclui milhares de moedas romanas de ouro, cujo valor total é estimado em aproximadamente R$ 9,1 bilhões. Esse achado inesperado não apenas chocou os mergulhadores, mas também deu origem a um complexo litígio judicial relacionado ao patrimônio arqueológico da região.

O Contexto da Descoberta

A Córsega, conhecida por suas águas cristalinas e rica história, esconde em seu fundo marinho vestígios do passado. As moedas romanas, que datam de séculos atrás, são uma parte significativa do patrimônio cultural europeu. A descoberta não foi apenas uma sorte para os mergulhadores, mas também acendeu um debate sobre a propriedade e a preservação de tesouros arqueológicos, que estão sob a proteção de várias legislações internacionais.

A Investigação Judicial

A descoberta das moedas levou à instantânea abertura de uma investigação internacional, que já dura quase quatro décadas. As autoridades estão analisando a situação sob a perspectiva do direito marítimo e da proteção do patrimônio cultural. Essa investigação não apenas busca determinar a origem das moedas, mas também a legalidade de sua coleta pelos mergulhadores, que agora enfrentam o risco de sanções legais.

Implicações Legais e Culturais

As implicações legais dessa descoberta são vastas. Em muitos países, incluindo França, a legislação protege o patrimônio subaquático, e qualquer tesouro encontrado deve ser reportado às autoridades competentes. A questão que se coloca agora é se os mergulhadores agirão de acordo com as leis vigentes ou se farão frente a um processo que pode resultar em penalidades severas. Além disso, a situação ressalta a importância de um diálogo sobre a responsabilidade na exploração de recursos arqueológicos.

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Conclusão: Um Tesouro em Debate

A descoberta das moedas romanas na Córsega não é apenas um relato de sorte no fundo do mar, mas um caso que levanta questões cruciais sobre a proteção do patrimônio cultural. À medida que a investigação avança, o destino dos mergulhadores e das moedas se tornará um ponto focal para discussões sobre legislação e conservação. O que começou como uma simples atividade de coleta pode resultar em um marco histórico na forma como o patrimônio subaquático é tratado na Europa.

Fonte: https://exame.com

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Verão e Trânsito: Cuidados Essenciais!

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Com a chegada do verão e das férias, as estradas brasileiras se tornam mais movimentadas, aumentando as chances de infrações de trânsito. Entre as dúvidas mais frequentes dos motoristas está a respeito das normas relacionadas à vestimenta e calçados: é permitido dirigir de chinelo e sem camisa durante a estação mais quente do ano?

Entendendo a Legislação de Trânsito

Para responder a essa questão, é fundamental consultar o Código de Trânsito Brasileiro (CTB), que regulamenta as normas sobre a condução de veículos no país. O CTB não contém nenhuma disposição específica que proíba dirigir sem camisa, o que significa que essa prática não é considerada uma infração. No entanto, a situação é diferente em relação ao uso de calçados.

Proibições Relativas ao Calçado

O CTB aborda de forma clara a questão do calçado. O Artigo 252, inciso IV, classifica como infração média a ação de dirigir usando um calçado que não se firme adequadamente nos pés ou que comprometa o controle dos pedais. Portanto, enquanto é possível dirigir descalço, o uso de chinelos tradicionais é proibido.

Riscos Associados ao Uso de Calçados Inadequados

A restrição ao uso de certos tipos de calçados está fundamentada em preocupações de segurança. Calçados soltos, como chinelos e sandálias sem alça, podem resultar em riscos significativos durante a condução. Entre os problemas notáveis estão a perda de sensibilidade ao pressionar os pedais, a possibilidade de obstrução mecânica e o aumento do tempo de reação do motorista.

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Infrações Comuns Durante o Verão

Além da dúvida sobre a vestimenta, o verão traz uma série de comportamentos que podem levar a infrações de trânsito. Por exemplo, é proibido dirigir com o braço para fora do veículo, uma prática comum em dias quentes. Também é importante evitar transportar objetos e animais de maneira inadequada, uma vez que isso pode resultar em multas.

Equilíbrio Entre Conforto e Segurança

Encontrar um equilíbrio entre conforto e segurança é um dos principais desafios enfrentados pelos motoristas no verão. A possibilidade de dirigir sem camisa ou descalço pode proporcionar alívio em dias quentes, especialmente em veículos que não possuem ar-condicionado. Contudo, é crucial lembrar que essa liberdade vem com responsabilidades, e o uso de calçados adequados é essencial para garantir a segurança na condução.

Conclusão

Dirigir no verão exige atenção às normas de trânsito e à segurança. Embora seja permitido dirigir sem camisa, o uso de calçados inadequados, como chinelos, pode resultar em infrações e colocar a segurança do motorista e dos passageiros em risco. Portanto, é fundamental que os motoristas estejam cientes das regras e adotem práticas seguras para garantir uma viagem tranquila e sem multas.

Fonte: https://jovempan.com.br

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O caso do cão Orelha: saiba tudo!

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As investigações sobre a morte do cão comunitário Orelha, em Florianópolis, chegaram a uma conclusão na terça-feira, 3 de outubro. O animal foi agredido na Praia Brava no início de janeiro e acabou falecendo devido aos ferimentos. A Polícia Civil de Santa Catarina, responsável pela apuração do caso, utilizou uma combinação de tecnologia e depoimentos para identificar o responsável pela tragédia.

Métodos de Investigação e Coleta de Provas

Durante as investigações, os agentes analisaram aproximadamente mil horas de gravações de 14 câmeras de segurança. Além disso, ouviram 24 testemunhas e utilizaram um software francês para rastrear a localização do adolescente suspeito no momento do ataque. A apuração foi conduzida pela Delegacia Especializada no Atendimento de Adolescentes em Conflito com a Lei (DEACLE) e pela Delegacia de Proteção Animal (DPA).

O Ataque e as Circunstâncias da Morte do Cão

Orelha foi atacado na madrugada do dia 4 de janeiro, por volta das 5h30. Laudos da Polícia Científica revelaram que ele sofreu uma pancada contundente na cabeça, possivelmente causada por um chute ou um objeto rígido. Após ser resgatado por populares, o cão não sobreviveu aos ferimentos e faleceu em uma clínica veterinária.

Identificação do Suspeito e Apreensão de Evidências

A Polícia Civil localizou o adolescente responsável pelo ataque, que havia saído de seu condomínio às 5h25 e retornou às 5h58, momento em que foi filmado por câmeras de segurança. Contrariando sua versão de que estava na piscina do condomínio, as imagens e depoimentos confirmaram sua presença fora do local durante o crime. Após a identificação, o jovem viajou para os Estados Unidos no mesmo dia, retornando apenas no final de janeiro.

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Reação dos Advogados e Implicações Legais

Os advogados do adolescente, Alexandre Kale e Rodrigo Duarte, emitiram uma nota afirmando que as informações disponíveis são meramente circunstanciais e não provam a culpabilidade do jovem. Além disso, a defesa destacou que ainda não teve acesso completo aos documentos da investigação, alegando que o caso está sendo politizado.

Consequências e Próximos Passos

Diante das evidências coletadas, a Polícia Civil solicitou a internação do adolescente, uma medida equivalente à prisão de um adulto, devido à gravidade do caso. As investigações também resultaram na apreensão de celulares e roupas, incluindo um boné rosa e um moletom que estavam com o jovem no dia do crime. A Polícia Civil informou que a investigação seguiu as diretrizes do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e agora os procedimentos foram encaminhados ao Ministério Público e ao Judiciário para análise.

Este caso levanta questões importantes sobre a proteção dos animais e a responsabilidade legal dos jovens, além de evidenciar a necessidade de um tratamento cuidadoso e justo em situações que envolvem adolescentes em conflito com a lei.

Fonte: https://www.infomoney.com.br

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ICE em Minnesota: o que vem a seguir?

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Na quarta-feira (4), o czar da fronteira dos Estados Unidos, Tom Homan, anunciou a decisão de retirar 700 agentes do ICE (Serviço de Imigração e Controle de Alfândega) de Minnesota. A medida ocorre em meio a uma onda de protestos e indignação social após a morte de dois cidadãos durante operações de imigração.

Motivos da Retirada dos Agentes

A retirada dos agentes, que será implementada de forma imediata, se baseia na expectativa de uma maior colaboração com as autoridades locais. Homan não especificou se os agentes deixariam a cidade de Minneapolis ou outras áreas do estado, mas ressaltou que a operação de detenção de imigrantes ilegais agora se concentra em prisões, o que demanda menos funcionários.

Impacto das Mortes de Cidadãos

As mortes de Renee Good, de 37 anos, e Alex Pretti, também de 37, ambas cidadãs americanas, geraram uma onda de protestos. Good foi morta por agentes do ICE enquanto tentava se afastar de uma operação de fiscalização, enquanto Pretti foi assassinada em um incidente separado. Estes eventos trouxeram à tona a preocupação sobre a conduta e a supervisão das operações federais de imigração.

Reação do Governo e Mudanças na Liderança

Após a repercussão negativa das mortes, o presidente Donald Trump decidiu substituir o comandante da Alfândega e Proteção de Fronteiras, Gregory Bovino, por Tom Homan. O novo czar da fronteira prometeu revisar as operações, estabelecendo que não deixaria Minneapolis até que a situação estivesse completamente resolvida.

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Consequências e Perspectivas Futuras

Ainda que a retirada de 700 agentes signifique uma diminuição nas operações em Minnesota, Homan assegurou que aproximadamente 2.000 agentes permanecerão ativos no estado, um número consideravelmente maior em comparação aos 150 que atuavam antes do início das operações intensificadas. Isso levanta questões sobre o futuro das políticas de imigração e a segurança pública na região.

Considerações Finais

A situação em Minnesota reflete um momento crítico nas políticas de imigração dos EUA, destacando a necessidade de uma abordagem mais humana e transparente. A repercussão global dos incidentes recentes reforça a urgência de reformas e uma supervisão mais rigorosa das ações do ICE, visando garantir que direitos humanos sejam respeitados no processo de fiscalização.

Fonte: https://jovempan.com.br

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