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Economia

Porto (PSSA3) apresenta queda após balanço do 4T25 e recompra de ações: Análise de especialistas

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As ações da Porto (PSSA3) enfrentaram uma significativa desvalorização nesta quinta-feira, 5 de outubro de 2023, liderando as perdas no índice Ibovespa (IBOV). O movimento ocorre após a divulgação do balanço referente ao quarto trimestre de 2025, que trouxe resultados mistos, e o anúncio de um novo programa de recompra de até 18,5 milhões de ações.

Desempenho das Ações

No início da tarde, por volta das 12h21, os papéis da Porto registravam uma queda de 3,62%, cotados a R$ 50,63. Durante o dia, o valor das ações chegou a atingir uma mínima de R$ 50, representando uma desvalorização de 4,82% em relação ao fechamento anterior. Essa movimentação reflete a reação do mercado às informações recentes sobre a empresa.

Resultados do Quarto Trimestre de 2025

O lucro líquido da Porto no quarto trimestre de 2025 foi de R$ 838,7 milhões, apresentando um aumento de 25% em comparação ao mesmo período de 2024. Contudo, o desempenho financeiro foi considerado misto por analistas, que notaram que, enquanto os setores de seguros e saúde tiveram resultados positivos, o banco reportou perdas de crédito que ficaram aquém das expectativas do mercado.

Expectativas Futuras

Para 2026, a Porto projeta um resultado financeiro entre R$ 1,4 bilhão e R$ 1,8 bilhão, além de uma taxa de imposto efetiva que deve variar entre 28% e 32%. Essas previsões foram bem recebidas, especialmente em relação ao crescimento dos prêmios emitidos nos segmentos de Propriedades e Acidentes, que estão apresentando uma tendência saudável de rentabilidade.

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Análise dos Especialistas

Analistas do banco Safra caracterizaram o balanço da Porto como misto, destacando que diversos fatores pontuais, incluindo a carga tributária e o resultado financeiro, influenciaram os números. Embora tenham elogiado os resultados recorrentes de Porto e Porto Saúde, que mantiveram uma boa performance, também salientaram que as perdas de crédito do banco foram uma preocupação significativa.

Recomendações de Compra

Em relação às perspectivas de lucro, o Safra prevê um lucro líquido implícito de R$ 3,65 bilhões para 2026, o que representa um crescimento de aproximadamente 9% em relação a 2025. A instituição manteve a recomendação de compra neutra para as ações da Porto, com um preço-alvo de R$ 61. De maneira semelhante, o UBS BB também reiterou a recomendação de compra neutra, estabelecendo um preço-alvo de R$ 54.

Conclusão

Em suma, as ações da Porto enfrentam um momento desafiador após a divulgação de resultados mistos e o anúncio de recompra de ações. Enquanto os analistas reconhecem os aspectos positivos relacionados ao setor de seguros, as preocupações com as perdas de crédito do banco permanecem em destaque. A recomendação de compra neutra sugere que os investidores devem acompanhar de perto a evolução da empresa nos próximos trimestres.

Fonte: https://www.moneytimes.com.br

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Economia

Análise da Temporada de Resultados do 4T25: Oportunidades e Desafios

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A temporada de resultados do quarto trimestre de 2025 (4T25) teve início recentemente no Brasil, e as expectativas são elevadas. De acordo com os analistas do Santander, as empresas monitoradas devem apresentar um desempenho positivo em comparação ao ano anterior. Eles projetam um crescimento médio de 3% na receita líquida, um aumento de 4% no lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda), e uma impressionante alta de cerca de 19% no lucro líquido.

Destaques Positivos da Temporada

Os analistas do Santander identificaram sete empresas que podem surpreender positivamente nesta temporada. Entre elas, a Aura Minerals se destaca, com expectativas de resultados robustos impulsionados pelo aumento nos preços e uma produção sólida. Espera-se que a companhia reporte um Ebitda de US$ 211 milhões, refletindo um crescimento de 39% em relação ao trimestre anterior.

Outro nome em evidência é a construtora Cyrela, que deve se beneficiar do reconhecimento de receitas de projetos liberados de cláusulas suspensivas. A previsão é de que a receita líquida alcance R$ 2,9 bilhões, representando um crescimento de 18% em relação ao ano anterior.

A Embraer também promete um desempenho positivo, com entregas robustas de jatos executivos e cargueiros militares, o que deverá contribuir para um trimestre forte. A expectativa é de que a empresa mantenha um fluxo de entregas expressivo.

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O Fleury, por sua vez, deve mostrar um crescimento de receita na casa dos 11%, impulsionado por novas parcerias e serviços. Os analistas esperam que a margem Ebitda se mantenha estável, em torno de 22%, com o lucro líquido surpreendendo positivamente.

Nubank, conhecido por sua inovação no setor financeiro, também figura entre os destaques, projetando um lucro líquido contábil de US$ 901 milhões. O aumento dos limites de crédito para clientes existentes e a expansão no México são fatores que devem subsidiar esse crescimento.

Ser Educacional é outra empresa na lista de potenciais surpresas. Embora o fluxo de caixa projetado seja modesto, a estimativa de crescimento de 8% na receita líquida é um sinal positivo em um setor que, historicamente, apresenta resultados negativos nesse período.

O varejo farmacêutico também se destaca, com a RD Saúde prevendo um aumento nas vendas de 8,1% nas mesmas lojas, enquanto a Pague Menos deve registrar uma alta de 17,1% nesse mesmo indicador.

Desafios na Temporada de Resultados

Por outro lado, algumas empresas enfrentam desafios significativos. O Banco do Brasil, por exemplo, deve ver sua rentabilidade pressionada, apesar da expectativa de um lucro líquido de R$ 4,6 bilhões. A deterioração da inadimplência no agronegócio e as altas provisões podem impactar negativamente os resultados.

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A EZTec é outra companhia que pode enfrentar dificuldades, com uma previsão de queda de 37% na receita líquida, totalizando R$ 265 milhões. Essa diminuição é atribuída à falta de novos projetos que contribuam para a receita, além do reconhecimento de lançamentos que será postergado.

A Randoncorp também deve apresentar um desempenho morno, com analistas prevendo um trimestre sem grandes novidades. Essa situação reflete as dificuldades que a empresa enfrenta no cenário atual.

Esses resultados contrastam com as expectativas de crescimento em outros setores, evidenciando a disparidade entre empresas que se beneficiam de tendências de mercado e aquelas que enfrentam adversidades econômicas.

Conclusão

A temporada de resultados do 4T25 promete ser um período de grandes contrastes. Enquanto diversas empresas estão posicionadas para superarem suas expectativas, outras enfrentam desafios que podem impactar sua performance. A análise cuidadosa das tendências e resultados será crucial para investidores que buscam oportunidades e desejam mitigar riscos em um cenário econômico dinâmico.

Fonte: https://www.infomoney.com.br

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Economia

Crise de confiança derruba Bitcoin!

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O Bitcoin, a principal criptomoeda do mundo, viu seu valor cair abaixo da marca de US$ 70.000 pela primeira vez em 15 meses. Este declínio representa uma queda significativa de mais de 44% desde o seu pico em outubro do ano passado. A queda recente ocorreu em meio a um clima de aversão ao risco que permeia os mercados globais, refletindo um sentimento de desconfiança generalizada entre os investidores.

Causas da Queda do Bitcoin

No início do pregão em Nova York na quinta-feira (5), o Bitcoin registrou um valor de US$ 69.821, o que o coloca em níveis semelhantes aos observados após a vitória eleitoral de Donald Trump em novembro de 2024. Shiliang Tang, sócio-gerente da Monarq Asset Management, descreve o atual cenário do mercado como uma ‘crise de fé’. Este fenômeno é alimentado inicialmente por liquidações específicas, mas rapidamente se transformou em um estresse mais amplo entre diversos ativos.

Dados da Coinglass indicam que aproximadamente US$ 722 milhões em posições compradas em criptomoedas foram liquidadas nas últimas 24 horas, evidenciando a intensidade das vendas. Wenny Cai, diretora de operações da SynFutures, afirma que o sentimento de aversão ao risco está dominando o mercado, e a movimentação dos preços reflete mais as condições financeiras do que narrativas anteriores que sustentavam o otimismo.

Desempenho dos Mercados e Impacto nas Criptomoedas

Os mercados de ações também enfrentaram dificuldades, com o Nasdaq 100 apresentando uma queda superior a 2% na quarta-feira. As perdas se alastraram por setores sensíveis às taxas de juros, como tecnologia e manufatura. Apesar disso, o Bitcoin e outras criptomoedas já enfrentavam uma tendência de baixa há meses, o que levanta preocupações sobre a sustentação de seu valor.

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Andrew Tu, chefe de desenvolvimento de negócios da Efficient Frontier, expressa sua apreensão em relação ao futuro do Bitcoin. Ele alerta que, se a criptomoeda não conseguir se manter acima de US$ 72.000, é possível que atinja os US$ 68.000 e até mesmo volte a níveis mínimos observados em 2024. O clima pessimista no mercado de criptomoedas é acentuado pela recente queda de quase 20% no ano.

Fluxos de ETFs e Ceticismo do Investidor

Os fluxos de ETFs de Bitcoin nos Estados Unidos estão demonstrando instabilidade. Após uma entrada líquida de aproximadamente US$ 562 milhões em um único dia, mais de US$ 800 milhões foram retirados desses fundos nos dias subsequentes, de acordo com dados da Bloomberg. Essa volatilidade reflete um crescente ceticismo em relação ao papel do Bitcoin como um ativo seguro em tempos de incerteza econômica.

Alex Kuptsikevich, analista-chefe de mercado da FxPro, observa que o Bitcoin voltou a uma faixa que anteriormente representou forte resistência entre março e outubro de 2024. Isso pode explicar o interesse renovado de investidores em busca de oportunidades em meio à turbulência atual do mercado.

Conclusão: O Caminho Adiante para o Bitcoin

A situação atual do Bitcoin e das criptomoedas reflete um desafio significativo para investidores e analistas. A queda abaixo de US$ 70.000, em um contexto de desconfiança generalizada, sugere que o mercado precisa de uma estabilização para recuperar a confiança dos participantes. À medida que os investidores monitoram os desenvolvimentos, a capacidade do Bitcoin de se recuperar dependerá de fatores tanto internos quanto externos que moldam o panorama financeiro global.

Fonte: https://www.infomoney.com.br

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Economia

Vagas de Emprego nos EUA Registram Queda em Dezembro, o Nível Mais Baixo em Cinco Anos

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Em dezembro, o mercado de trabalho dos Estados Unidos enfrentou um significativo retrocesso, com as vagas de emprego em aberto caindo para o seu nível mais baixo em mais de cinco anos. Os dados revelados nesta quinta-feira pelo Escritório de Estatísticas do Trabalho (BLS) indicam uma redução de 386.000 vagas, totalizando 6,542 milhões. Este número é o menor desde setembro de 2020 e reflete um abrandamento nas condições do mercado de trabalho que começou a ser observado no final de 2025.

Análise das Vagas em Abertas

As vagas em aberto são uma importante medida da demanda por mão de obra e, segundo os dados mais recentes, a revisão dos números de novembro também apresenta um panorama preocupante. Inicialmente, as vagas eram reportadas como 7,146 milhões, mas esse número foi ajustado para 6,928 milhões. Este ajuste para baixo sugere uma tendência de desaceleração no ritmo de contratações e uma possível estagnação no mercado de trabalho.

Contratações e Auxílio-Desemprego

Apesar da queda nas vagas, as contratações registraram um aumento de 172.000, totalizando 5,293 milhões em dezembro. Embora esse crescimento possa parecer positivo, ele ainda é considerado baixo quando comparado a padrões históricos. Além disso, os pedidos semanais de auxílio-desemprego também subiram, superando as expectativas do mercado, o que pode indicar uma crescente dificuldade para muitos trabalhadores em encontrar novas oportunidades.

Fatores Contribuintes para a Queda

Economistas que analisam o cenário atual apontam que a incerteza no mercado de trabalho pode ser atribuída a diversos fatores, incluindo as tarifas de importação e a crescente influência da inteligência artificial. Essas condições têm gerado um clima de cautela tanto entre empregadores quanto entre trabalhadores, contribuindo para a redução das vagas disponíveis e dificultando a recuperação do emprego.

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Perspectivas Futuras

Com a expectativa de que a economia continue a enfrentar desafios, muitos especialistas se perguntam como esses dados impactarão o futuro do mercado de trabalho nos EUA. A combinação de uma demanda por mão de obra em declínio e o aumento das incertezas econômicas pode levar a um período prolongado de estagnação, exigindo atenção tanto do governo quanto das empresas para promover uma recuperação sustentável.

Fonte: https://www.infomoney.com.br

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