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Economia

Manutenção da Estimativa da Safra de Soja na Argentina pela Bolsa de Buenos Aires

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A Bolsa de Cereais de Buenos Aires (BdeC) divulgou nesta quinta-feira (12) que a estimativa da safra de soja para o ano agrícola 2025/26 permanece em 48,5 milhões de toneladas. Este número se mantém inalterado, mas a produção da soja enfrenta desafios, principalmente a necessidade de chuvas nos próximos dias para garantir a continuidade do cenário favorável.

Importância da Soja para a Economia Argentina

A soja desempenha um papel crucial na economia argentina, sendo o maior exportador mundial de óleo e farelo desse grão. O cultivo de soja é vital para o setor agrícola do país e para as receitas de exportação, refletindo a necessidade de monitorar as condições climáticas que afetam sua produção.

Necessidade de Chuvas para a Manutenção da Safra

De acordo com o relatório semanal da BdeC, as chuvas recentes mostraram uma distribuição desigual, o que significa que áreas como o sul da província de Santa Fé e o centro-leste de Entre Ríos ainda precisam de precipitações adicionais. A previsão do órgão aponta para uma expectativa de chuvas entre 25 e 75 milímetros na região norte do núcleo agrícola, com volumes que podem chegar até 100 milímetros em partes centrais de Santa Fé.

Comparativo com Outras Estimativas de Safra

Em contraste com a BdeC, a Bolsa de Comércio de Rosário apresentou uma estimativa ligeiramente menor, projetando a safra de soja em 48 milhões de toneladas, o que representa um aumento de 1 milhão de toneladas em relação às previsões anteriores. Essa divergência destaca as incertezas existentes em relação ao clima e suas repercussões na colheita.

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Situação da Safra de Milho

Além da soja, a BdeC também manteve sua previsão para a safra de milho 2025/26 em 57 milhões de toneladas. No entanto, o estado das culturas de milho se deteriorou recentemente, levando os agricultores a aguardarem chuvas que possam melhorar a situação atual. A Argentina ocupa a posição de terceiro maior exportador de milho no mundo, tornando a produção deste cereal igualmente significativa para a economia nacional.

Conclusão

A manutenção das estimativas de safra de soja e milho pela Bolsa de Buenos Aires reflete a complexidade do cenário agrícola argentino, que depende fortemente das condições climáticas. À medida que o país se prepara para as próximas colheitas, a atenção se volta para as previsões meteorológicas e as necessidades de irrigação, que são essenciais para garantir a estabilidade da produção agrícola e a saúde da economia.

Fonte: https://forbes.com.br

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Economia

Ibovespa Registra Queda Significativa em Dia de Cautela Global

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Nesta sexta-feira, 13 de outubro, o Ibovespa (IBOV) enfrentou um dia desafiador, com uma perda de 2 mil pontos nas negociações matinais. A cautela predominou nas bolsas globais, refletindo-se em um recuo nas commodities que impactou diretamente o desempenho do índice brasileiro.

Desempenho do Ibovespa e Indicadores Internos

O índice chegou a registrar uma mínima de 183.662,18 pontos, equivalente a uma queda de 2,19%. Por volta das 12h44, o Ibovespa se estabilizou em 185.006,63 pontos, com uma redução de 1,47%. No cenário interno, os investidores reagiram a um recuo de 0,4% nas vendas do varejo restrito em dezembro em comparação a novembro, um resultado que superou a expectativa, que era de uma queda de apenas 0,1% segundo as projeções do Broadcast.

Resultados da Vale e Impacto no Mercado

Adicionalmente, a mineradora Vale (VALE3) reportou um prejuízo de US$ 3,8 bilhões no quarto trimestre de 2025, um número alarmante se comparado ao prejuízo de US$ 694 milhões no mesmo período do ano anterior. Este resultado reverteu um lucro de US$ 2,7 bilhões obtido nos três meses anteriores, o que pressionou ainda mais o mercado.

Cenário Internacional e Expectativas de Juros

Do ponto de vista internacional, os investidores estavam atentos à inflação nos Estados Unidos, que apresentou um aumento acumulado de 2,4% em 12 meses. Os economistas esperavam um avanço de 0,3% nos preços ao consumidor mensalmente e 2,5% anualmente. O núcleo do Índice de Preços ao Consumidor (CPI), que exclui itens voláteis como alimentos e energia, também subiu 0,3% na comparação mensal, totalizando 2,5% ao ano. Esses dados reforçaram as expectativas de cortes nas taxas de juros pelo Federal Reserve na reunião programada para junho.

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Movimentação dos Mercados e Ações em Alta e Baixa

Apesar do desempenho negativo do Ibovespa, os índices de Wall Street, que inicialmente abriram em baixa, conseguiram se recuperar, com a maioria dos setores apresentando alta, embora o segmento de tecnologia ainda permanecesse em baixa. Em meio a esse cenário, apenas 11 ações estavam em alta no pregão da bolsa brasileira. A Eneva (ENEV3) destacou-se com uma valorização superior a 6%, após a aprovação de editais pelos leilões de reserva de capacidade pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).

Ações de Maior Peso e Variação do Dólar

No entanto, a BB Seguridade (BBSE3) liderou as perdas, com uma queda de mais de 4%, após ter sua recomendação rebaixada de compra para neutro pelo Goldman Sachs. As ações da Vale (VALE3) e da Petrobras (PETR4), que têm grande peso no índice, também sofreram desvalorização, caindo 2% e 1%, respectivamente, acompanhando a fraqueza nos preços do petróleo e do minério de ferro.

Flutuação do Dólar em Relação a Outras Moedas

Em relação ao dólar, a moeda norte-americana apresentou alta em comparação a outras divisas globais, como o euro e a libra, situando-se em 96 pontos após os dados de inflação que ficaram abaixo do esperado. Por volta das 13h33, o índice DXY, que avalia o dólar em relação a uma cesta de seis moedas fortes, subia 0,03%, atingindo 96.956 pontos. Em relação ao real, a moeda americana estava cotada a R$ 5,2290, apresentando uma alta de 0,55%, com uma máxima intradia de R$ 5,2495.

Conclusão

O dia foi marcado por um ambiente de incerteza tanto no Brasil quanto no exterior, com o Ibovespa refletindo esses desafios. A combinação de resultados corporativos negativos, dados econômicos decepcionantes e expectativas sobre políticas monetárias contribuiu para um desempenho instável. Os investidores permanecem atentos aos próximos movimentos do mercado, especialmente em relação ao Federal Reserve e suas possíveis decisões sobre juros.

Fonte: https://www.moneytimes.com.br

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Economia

Banco do Brasil: Lucros Superam Expectativas e Projeções para 2026 São Promissoras

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O Banco do Brasil (BB) apresentou um lucro líquido ajustado de R$ 5,7 bilhões no quarto trimestre do último ano, refletindo uma diminuição de 40,1% em comparação ao mesmo período de 2024. Entretanto, esse resultado superou as previsões do mercado, que estimavam um lucro médio de R$ 4,5 bilhões, e representou um aumento de 51,7% em relação ao terceiro trimestre.

Projeções para 2026: Expectativas de Crescimento

O banco também anunciou suas expectativas para 2026, prevendo um lucro líquido ajustado que varia entre R$ 22 bilhões e R$ 26 bilhões. No total, o lucro líquido de 2025 alcançou R$ 20,7 bilhões, dentro do intervalo anteriormente estimado pelo BB, que era de R$ 18 bilhões a R$ 21 bilhões, embora tenha apresentado uma queda de 45,4% em relação ao ano anterior.

Desafios e Ajustes em 2025

Durante o ano passado, a presidente-executiva do Banco do Brasil, Tarciana Medeiros, caracterizou 2025 como um ano de ajustes. O resultado do banco foi severamente impactado pelo aumento da inadimplência na carteira de agronegócio e pelas novas normas contábeis que elevaram as provisões para potenciais perdas de crédito. Essa combinação de fatores levou o BB a revisar suas projeções mais de uma vez ao longo do ano.

Crescimento da Carteira de Crédito e Projeções

Para o próximo ano, o Banco do Brasil prevê um crescimento de sua carteira de crédito entre 0,5% e 4,5%. Este crescimento será impulsionado principalmente pela segmentação de clientes pessoas físicas, que deve aumentar entre 6% e 10%. Em contrapartida, a carteira de empresas pode registrar uma leve queda de até 3% ou um crescimento máximo de 1%. O setor do agronegócio, por sua vez, deve apresentar resultados mistos, com variações entre uma diminuição de 2% e um aumento de até 2%.

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Custo do Crédito e Expectativas de Receita

O custo do crédito para 2026 está projetado entre R$ 53 bilhões e R$ 58 bilhões. Além disso, o banco espera um crescimento de 2% a 6% nas receitas provenientes da prestação de serviços e um aumento nas despesas administrativas que deve variar entre 5% e 9%. A margem financeira bruta também deve ter um desempenho positivo, com previsões de alta entre 4% e 8%.

Aumento da Inadimplência e Impactos

No final de dezembro, a carteira de crédito expandida do Banco do Brasil atingiu quase R$ 1,3 trilhão, com um incremento de 1,4% em relação ao trimestre anterior e 2,5% em relação ao ano anterior. Apesar desse crescimento, a inadimplência superior a 90 dias subiu para 5,17%, um aumento significativo em comparação aos 4,51% do terceiro trimestre e 3,16% do ano passado. O BB atribuiu parte desse aumento a um caso isolado na carteira de uma empresa do setor atacadista.

Retorno Sobre Patrimônio e Comparações com Concorrentes

No quarto trimestre, o Banco do Brasil conseguiu um retorno sobre patrimônio líquido de 12,4%, um aumento em relação aos 8,4% do trimestre anterior, mas ainda aquém dos 20,8% registrados no mesmo período do ano passado. Comparativamente, o BB ficou atrás de seus principais concorrentes, como Itaú Unibanco, que apresentou 24,4%, e Santander Brasil, com 17,6%.

Conclusão: Otimismo e Cautela para o Futuro

Tarciana Medeiros reafirmou o otimismo do banco para 2026, destacando a importância de uma abordagem cautelosa e estratégica. A executiva enfatizou que, apesar dos desafios, o BB está preparado para enfrentar um novo ano com foco em mitigar riscos e garantir rentabilidade. A implementação de garantias robustas, resiliência na matriz de crédito e o lançamento de novos produtos são algumas das estratégias que o banco adotará para fortalecer sua relação histórica com o setor agropecuário.

Fonte: https://forbes.com.br

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Economia

Oportunidade em Meio à Queda: Especialista Aponta Momento Favorável para Investir em Criptoativos

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O mercado de criptomoedas enfrenta um período desafiador, com o Bitcoin (BTC) apresentando uma queda significativa de 23,6% em 2023. Após atingir a marca de US$ 126 mil em outubro do ano passado, a moeda digital voltou a operar abaixo dos US$ 70 mil, gerando preocupações entre os investidores. Apenas nos primeiros dias de fevereiro, o BTC já acumulou uma desvalorização de 15%, refletindo um cenário de incerteza.

Impacto da Queda do Bitcoin no Mercado

A desvalorização do Bitcoin não afeta apenas seu valor, mas também influencia o comportamento de outras criptomoedas. Como a principal referência do setor, o BTC cria um efeito dominó, levando outras moedas a seguirem sua tendência de baixa. Nos últimos sete dias, ativos como Ethereum (ETH), Solana (SOL), Avalanche (AVAX) e Uniswap (UNI) tiveram quedas expressivas, com perdas de 11,49%, 19,17%, 12,32% e 14,64%, respectivamente.

Estratégia de Investimento em Tempos de Crise

Diante desse cenário desafiador, muitos investidores podem optar por se afastar do mercado. No entanto, Jader Nogueira, trader e especialista em criptoativos, argumenta que este é o momento ideal para investir. Segundo ele, a queda representa uma janela de oportunidades, e ele planeja utilizar todos os seus recursos disponíveis em fevereiro para buscar uma valorização potencial de até 60.000% com criptomoedas.

A Proposta de Jader Nogueira

Para aqueles que desejam seguir seus passos, Nogueira, em colaboração com a Opt.me, uma plataforma de tecnologia da Empiricus, disponibilizará um acesso que permitirá aos investidores copiar suas operações. No dia 18 de fevereiro, os interessados poderão acompanhar suas estratégias em tempo real, buscando replicar seus resultados.

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Análise do Cenário Atual

A recente decisão do Federal Reserve de interromper o ciclo de cortes de juros, combinada com as tensões geopolíticas globais, teve um impacto negativo nos ativos de risco, incluindo as criptomoedas. Jader Nogueira observa que, embora o Bitcoin funcione como uma bússola para o mercado, a intensidade das oscilações em criptomoedas menores pode criar oportunidades para investidores atentos.

Aprendizados e Estratégias de Lucro

Nogueira compartilha que sua maior conquista no mercado foi durante a queda do ativo Terra Luna (LUNA), onde ele conseguiu um retorno de 130.000% utilizando operações de venda a descoberto. Essa experiência demonstrou que, mesmo em situações adversas, existem estratégias que permitem lucrar, desafiando a ideia de que o sucesso é possível apenas em mercados em alta.

Considerações Finais

Embora retornos passados não garantam resultados futuros, a abordagem de Nogueira enfatiza a importância da educação e da prática na identificação de oportunidades. Ele recomenda que investidores iniciantes comecem com valores modestos que não comprometam suas finanças, permitindo-lhes explorar as possibilidades do mercado cripto, mesmo em um momento de baixa.

Fonte: https://www.moneytimes.com.br

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