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Cultura: Indaiatuba promove vivências culturais e debate antirracista em abril

Indaiatuba recebe o projeto “Dan, o que conta o arco-íris” com vivências culturais e debate antirracista em abril. Evento gratuito na CONI.

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isso, é fundamental que o ambiente escolar seja acolhedor e respeitoso”, afirma

Destaques:

  • Projeto “Dan, o que conta o arco-íris” em Indaiatuba
  • Evento gratuito na Comunidade Negra de Indaiatuba
  • Atividades de educação antirracista e valorização cultural

 

Indaiatuba se prepara para receber, ao longo do mês de abril, o projeto “Dan, o que conta o arco-íris”, que promove vivências artísticas e ações de educação antirracista em escolas e em um evento gratuito aberto ao público. A iniciativa reúne apresentações culturais, oficinas e rodas de conversa voltadas à valorização da cultura afro-brasileira.

Idealizado pela arte-educadora Marina Costa, o projeto utiliza música, dança e contação de histórias para estimular reflexões sobre diversidade cultural e combater o racismo, inclusive no ambiente escolar. As atividades contam com acessibilidade em Libras.

Segundo dados da pesquisa “Panorama da Primeira Infância: o impacto do racismo (2025)”, uma em cada seis crianças de até 6 anos já foi vítima de racismo no Brasil. O levantamento também aponta que 42% dos casos acontecem em espaços públicos, como ruas e parquinhos.

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Projeto percorre escolas da região

Durante o circuito escolar, o espetáculo será apresentado em dez instituições de cidades como Indaiatuba, Sorocaba, Monte Mor, Salto e Itu.

A apresentação é inspirada na mitologia iorubá e traz a história do orixá Oxumaré, associado ao arco-íris. A narrativa aborda o desequilíbrio do mundo e a busca pela harmonia, destacando valores da cultura africana e afro-brasileira.

De acordo com Marina Costa, o objetivo é ampliar o repertório cultural dos estudantes e incentivar o respeito às diferentes identidades. “Se o racismo está presente na sociedade, ele também se manifesta na escola. Por isso, é fundamental que o ambiente escolar seja acolhedor e respeitoso”, afirma.

Evento gratuito aberto ao público

Além das apresentações nas escolas, o projeto promove uma tarde de formação gratuita no dia 18 de abril, das 13h às 18h, na Comunidade Negra de Indaiatuba (CONI).

O evento é aberto a todas as idades e terá atividades como mesa redonda, vivência de xirê, dança afro-brasileira e oficinas de atabaque. A proposta é discutir práticas pedagógicas antirracistas e proporcionar experiências ligadas à cultura de matriz africana.

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Entre os destaques da programação estão debates sobre racismo religioso e educação, além de atividades práticas com música e dança, conduzidas por educadores e representantes de tradições afro-brasileiras.

Projeto já impactou centenas de pessoas

Contemplado pelo Programa de Ação Cultural (ProAC), do Governo do Estado de São Paulo, o projeto já impactou cerca de 800 pessoas desde 2023 em diferentes cidades da região.

A iniciativa conta com apoio da Secretaria Municipal de Cultura de Indaiatuba e busca ampliar o acesso à arte, além de fortalecer o diálogo entre artistas, escolas e a comunidade.

Serviço

Evento: Tarde de Formação e Vivências — Projeto “Dan, o que conta o arco-íris”
Data: 18 de abril
Horário: das 13h às 18h
Local: Comunidade Negra de Indaiatuba (CONI)
Endereço: Rua Comendador Antônio Nagib Ibrahim, 341 – Núcleo Hab. Brg. Faria Lima
Entrada: gratuita
Acessibilidade: programação com intérprete de Libras

Fonte: indaiatubanos.net.br

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Cidades

Polícia Federal investiga furto de materiais de pesquisa da Unicamp

Polícia Federal investiga furto de materiais de pesquisa da Unicamp. Itens levados são essenciais para projetos científicos em andamento.

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Destaques:

  • Furto ocorreu no Instituto de Biologia da Unicamp
  • Materiais de pesquisa valiosos foram levados
  • Investigação está em andamento pela Polícia Federal

A Polícia Federal iniciou uma investigação sobre o furto de materiais de pesquisa que ocorreu no Instituto de Biologia da Unicamp. O incidente, que chamou a atenção pela gravidade e pelo valor dos itens subtraídos, levanta preocupações sobre a segurança das instituições de ensino e pesquisa no Brasil. Os materiais levados são essenciais para diversos projetos em andamento, o que pode impactar negativamente as pesquisas em desenvolvimento na universidade.

Contexto do furto e suas implicações

O furto foi descoberto recentemente e, segundo informações preliminares, os materiais de pesquisa roubados incluem equipamentos e amostras biológicas que são fundamentais para estudos científicos. A Unicamp, reconhecida pela excelência em pesquisa, já expressou sua preocupação com a segurança de seus laboratórios e a proteção de suas instalações.

Reação da comunidade acadêmica

A comunidade acadêmica da Unicamp manifestou indignação com o ocorrido. Professores e pesquisadores destacam a importância dos materiais para a continuidade de projetos e a necessidade de medidas mais rigorosas de segurança nas instituições. Além disso, a situação levanta um debate sobre a proteção de propriedade intelectual e o valor dos investimentos em ciência e tecnologia no Brasil.

Medidas de segurança e prevenção

Em resposta ao furto, a Unicamp já está avaliando suas políticas de segurança. Algumas das medidas que podem ser implementadas incluem:

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  • Aumento da vigilância nas instalações
  • Instalação de câmeras de segurança em laboratórios
  • Treinamento de pessoal para identificação de situações suspeitas
  • Colaboração com as autoridades para prevenir futuros incidentes

Essas ações visam não apenas recuperar os materiais furtados, mas também evitar que situações semelhantes ocorram no futuro.

Investigação em andamento

A Polícia Federal está coletando informações e evidências para identificar os responsáveis pelo furto. A investigação inclui análise de câmeras de segurança e entrevistas com funcionários e alunos que estavam presentes no momento do crime. A expectativa é que, em breve, novas informações sejam divulgadas, trazendo mais clareza sobre o ocorrido e possíveis culpados.
O furto de materiais de pesquisa não é um caso isolado e ressalta a necessidade de um debate mais amplo sobre a segurança nas instituições de ensino e pesquisa no Brasil. A proteção desses espaços é fundamental para garantir a continuidade dos avanços científicos e tecnológicos que beneficiam a sociedade como um todo.

Fonte: tododia.com.br

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Violência: Palestras da Patrulha Maria da Penha promovem conscientização sobre violência

Palestras da Patrulha Maria da Penha em São José dos Campos promovem conscientização sobre violência doméstica e familiar, oferecendo orientações valiosas

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Foto: PMSJC

Destaques:

  • Palestras abordam prevenção à violência
  • Participantes elogiam a iniciativa
  • Exposição informativa no shopping

Em uma ação especial em celebração ao Mês da Mulher, a Prefeitura de São José dos Campos promoveu, nesta segunda-feira (23), três palestras do programa Patrulha Maria da Penha, da Guarda Civil Municipal (GCM), no Vale Sul Shopping. Com o tema “Um Ciclo de Proteção para Você”, as palestras foram destinadas a funcionários do shopping e conduzidas pela coordenadora da Patrulha, GCM Nilce Serafim, que participa do programa desde sua criação em 2019.

Na terça-feira (24), mais duas palestras estão programadas, às 9h e às 14h, voltadas para os lojistas. A assistente financeira Silvana Balduino, de 48 anos, expressou sua satisfação: “Gostei muito da palestra e das explicações. Foram bem esclarecedoras e informativas. Não sabia que a Prefeitura tinha esta rede de proteção ampla e com tantos serviços para as mulheres vítimas de violência”.

Palestras e Orientações Valiosas

As palestras, que utilizam uma linguagem clara e promovem a troca de experiências, oferecem orientações sobre os diferentes tipos de violência, identificação de sinais de abuso e canais de denúncia em situações de risco. Os participantes são incentivados a consultar a cartilha do programa Patrulha Maria da Penha para mais informações.

Exposição e Ações Contínuas

Além das palestras, o Vale Sul Shopping está realizando uma exposição informativa até o final do mês, com murais que oferecem orientações sobre prevenção à violência doméstica e familiar. A aposentada Aneide Brito, de 71 anos, comentou: “Esta exposição é um referencial para as mulheres que buscam informações e ajuda. A Prefeitura e a direção do shopping estão de parabéns”.

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Patrulha Maria da Penha: Um Programa de Suporte

Desde sua criação, a Patrulha Maria da Penha tem se destacado no atendimento às vítimas de violência doméstica e familiar, fazendo parte do programa São José Unida, que visa unir forças de segurança para prevenir a violência e reduzir a criminalidade. O programa oferece acompanhamento personalizado a mulheres com medidas protetivas, realizado por equipes da GCM, que realizam visitas periódicas e fiscalizam o cumprimento de ordens judiciais.

Resultados e Impacto Social

Com mais de 1.800 atendimentos a mulheres vítimas de violência, a Patrulha resultou na prisão de mais de 111 agressores por descumprimento de medidas protetivas. Atualmente, 132 mulheres estão sob acompanhamento ativo, com o objetivo de garantir sua segurança e prevenir a reincidência da violência. O serviço prioriza o acolhimento e a privacidade, utilizando viaturas descaracterizadas e a presença de guardas femininas para maior conforto das atendidas.

A Patrulha também realiza ações educativas em escolas e eventos comunitários, abordando temas como tipos de violência e canais de denúncia, contribuindo para uma sociedade mais informada e segura.

Fonte: sjc.sp.gov.br

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O Que Aconteceu no Julgamento de Jairinho?

Julgamento de Jairinho é adiado após defesa abandonar plenário. Juíza considera ato ilegítimo e libera Monique Medeiros.

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Agência Brasil

Destaques:

  • Defesa de Jairinho abandona julgamento
  • Juíza considera ato ilegítimo
  • Monique Medeiros responde em liberdade

O julgamento do Caso Henry Borel, que teve início na manhã do dia 23 no Rio de Janeiro, foi interrompido e remarcado para o dia 25 de maio. A interrupção ocorreu após os cinco advogados de defesa de Jairo Souza Santos Júnior, o Dr. Jairinho, abandonarem o plenário em protesto contra a negativa de um pedido de adiamento por falta de acesso a provas.
A juíza Elizabeth Machado Louro reagiu severamente à atitude da defesa, considerando-a um “desrespeito à justiça” e determinando que os advogados arcarão com os custos da sessão perdida, incluindo alimentação e escolta dos réus.
Uma das principais surpresas foi a decisão da magistrada de relaxar a prisão de Monique Medeiros, mãe de Henry. A juíza entendeu que o adiamento foi causado exclusivamente pela defesa de Jairinho, e que manter Monique presa seria um “óbvio constrangimento ilegal”.

“A manutenção da sua prisão configura constrangimento ilegal, já que ela não pode suportar prejuízo decorrente de circunstância a qual não deu causa”, afirmou a magistrada.

julgamento: cenário e impactos

Além de arcarem com os custos financeiros, os defensores de Jairinho enfrentarão um ofício enviado à OAB para apuração de infrações ético-disciplinares. A juíza considerou a manobra “premeditada” e uma violação ao direito a um julgamento em tempo razoável. Para evitar novos abandonos, a defesa de Jairinho será assistida pela Defensoria Pública.
Em nota, a defesa de Jairinho, representada pelo advogado Rodrigo Faucz, afirmou que não poderia participar do julgamento sem acesso total aos dados de um celular de Monique. Eles alegaram que essa participação seria uma infração ética por “prestação inadequada de serviço profissional”.
Henry Borel faleceu em 8 de março de 2021, apresentando 23 lesões violentas. O casal alegou um acidente doméstico, mas o IML e a Polícia Civil concluíram que a criança era torturada pelo padrasto com a omissão da mãe. Jairinho responde por homicídio qualificado e Monique por homicídio por omissão de socorro.

Fonte: folhadevalinhos.com.br

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