Conecte-se conosco

Cidades

Furto de material biológico na Unicamp envolve 24 tipos de vírus e gera investigação

Furto de material biológico na Unicamp envolve 24 tipos de vírus e gera investigação pela Polícia Federal.

Publicado

em

A investigação sobre o furto de material biológico na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) revelou que ao menos 24 tipos diferentes de vírus foram retirados de um laboratório de alta segurança da instituição. O caso está sendo apurado pela Polícia Federal, que investiga a suspeita de transporte irregular de amostras entre unidades da universidade.

Dentre os vírus identificados estão dengue, chikungunya, zika, herpes, Epstein-Barr, coronavírus humano e amostras de gripe tipo A, além de 13 tipos que infectam animais. A gravidade da situação levanta preocupações sobre a segurança e o controle de materiais biológicos na pesquisa científica.

Material retirado de laboratório de alta biossegurança

As amostras estavam armazenadas em um laboratório classificado como NB-3 (nível de biossegurança 3), uma estrutura destinada ao manuseio de agentes biológicos potencialmente perigosos. Este tipo de laboratório exige protocolos rigorosos de controle e segurança, o que torna o furto ainda mais alarmante.

De acordo com a apuração, o material foi transportado para outro laboratório dentro da própria universidade sem a devida autorização formal. O incidente foi descoberto em 13 de fevereiro, quando pesquisadores notaram o desaparecimento das amostras.

Publicidade

Suspeitos envolvidos no caso

As investigações apontam como suspeitos uma professora da Faculdade de Engenharia de Alimentos e seu marido, que é veterinário e doutorando. Imagens de segurança indicam que ambos acessavam o laboratório em horários incomuns e transportavam objetos suspeitos. Parte do material foi posteriormente localizada em um biofreezer da própria universidade.

Além disso, há indícios de que algumas amostras podem ter sido descartadas e que rótulos foram alterados após o início das investigações. A docente chegou a ser presa, mas foi liberada provisoriamente. Ela pode responder por crimes como transporte irregular de material biológico, fraude processual e exposição de risco à saúde pública.

Resposta da Unicamp e medidas de segurança

A Universidade Estadual de Campinas emitiu uma nota informando que considera o episódio como isolado e que não há risco generalizado de contaminação, desde que os materiais permaneçam armazenados corretamente. A instituição destacou que acionou imediatamente a Polícia Federal e a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), além de instaurar uma sindicância interna para apurar os fatos.

O caso continua sob investigação para esclarecer a motivação da retirada das amostras e identificar todos os possíveis envolvidos. A situação destaca a importância da segurança em laboratórios de pesquisa e a necessidade de protocolos rigorosos para a manipulação de materiais biológicos.

Fonte: tododia.com.br

Publicidade

Cidades

Morar em áreas arborizadas reduz risco cardiovascular, revela estudo

saúde – Estudo revela que morar em áreas arborizadas reduz risco cardiovascular em 4%.

Publicado

em

Por

Agência Einstein COMPARTILHE NAS REDES RECEBA NOSSA NEWSLETTER E NOSSAS EDIÇÕES Aviso: O JavaScript é necessário para es

Pesquisa analisou 350 milhões de imagens e constatou que outras coberturas vegetais, como gramados, não mostram o mesmo efeito protetor

saúde: cenário e impactos

Por Fernanda Bassette, da Agência Einstein

A presença de árvores em áreas urbanas está associada a uma redução de 4% no risco de doenças cardiovasculares. Em contraste, residir em locais com vegetação como grama, arbustos e moitas está ligado a um aumento na probabilidade de problemas cardíacos. Essa conclusão é parte de um estudo publicado em janeiro na revista Environmental Epidemiology.

Pesquisadores de instituições dos Estados Unidos e da Europa analisaram 350 milhões de imagens de ruas nos EUA, em torno das residências de aproximadamente 89 mil mulheres, acompanhadas por quase duas décadas. Ao contrário de muitos estudos anteriores que usaram índices gerais de vegetação, esta pesquisa conseguiu identificar tipos específicos de cobertura vegetal, como copas de árvores, gramados e outros elementos verdes.

Publicidade

Apesar da associação benéfica entre árvores e saúde cardiovascular, isso não implica uma relação direta de causa e efeito. “Não conhecemos todas as características associadas às imagens de street view analisadas. Pode não ser apenas ‘qual verde’, mas onde e como esse verde está inserido”, observa Lis Leão, líder do grupo de pesquisa e-Natureza, do Centro de Ensino e Pesquisa Albert Einstein.

Fatores adicionais podem influenciar essa relação, como a dependência de automóveis em bairros com predominância de gramados, que pode levar a hábitos mais sedentários. Também foram levantadas hipóteses sobre o uso de pesticidas e características do desenho urbano, embora essas variáveis não tenham sido medidas diretamente.

Por outro lado, as árvores estão associadas a benefícios indiretos para a saúde cardiovascular, como a redução da poluição do ar, alívio das ilhas de calor, diminuição do ruído e incentivo à prática de atividades físicas e interação social. “Ambientes naturais modulam o sistema nervoso autônomo e reduzem a ativação simpática crônica, que está ligada ao risco cardiovascular”, detalha Leão.

A relação entre natureza e saúde é estudada há pelo menos quatro décadas. “Nos anos 1980, a Teoria da Recuperação do Estresse, proposta por Roger Ulrich, mostrava que observar uma paisagem natural pela janela podia acelerar a recuperação após cirurgias”, relata a pesquisadora.

Entretanto, a paisagem sozinha não é suficiente para garantir uma boa saúde. É essencial manter uma alimentação equilibrada, praticar atividades físicas, dormir bem, realizar acompanhamento médico regular e gerenciar o estresse. Nesse contexto, a natureza se revela uma importante aliada.

“Há base suficiente para pensar em cidades mais arborizadas como estratégia de promoção da saúde. No futuro, usufruir da natureza poderá ser visto como parte das recomendações de saúde, assim como hoje incentivamos a prática regular de atividade física”, especula Lis Leão.

Fonte: folhadevalinhos.com.br

Publicidade

Continue Lendo

Cidades

Motociclista morre após queda e atropelamento em rodovia de Santa Bárbara d’Oeste

Motociclista de 49 anos morre após queda e atropelamento na Rodovia Comendador Américo Emílio Romi.

Publicado

em

Por

um trecho com o asfalto irregular . Com isso, ele caiu da moto na pista. Logo ap

Um motociclista de 49 anos morreu após um acidente na noite de sábado (28), na Rodovia Comendador Américo Emílio Romi, em Santa Bárbara d’Oeste. O incidente ocorreu quando o homem pilotava sua motocicleta e perdeu o equilíbrio ao passar por um trecho com o asfalto irregular, resultando em sua queda na pista.

motociclista: cenário e impactos

Após a queda, a vítima foi atingida por outro veículo, cujo motorista não conseguiu desviar a tempo. O motociclista foi socorrido e encaminhado ao Hospital Edson Mano, mas não resistiu aos ferimentos.

O caso foi registrado no 1º Distrito Policial de Santa Bárbara d’Oeste como lesão corporal culposa na direção de veículo automotor.

LEIA TAMBÉM: Resultado da Mega-Sena: apostas do interior de SP acertam e ganham prêmio; veja cidades

Publicidade

*Com informações da EPTV Campinas

Fique ON

Quer ficar ligado em tudo o que rola em Campinas? Siga o perfil do acidade on Campinas no Instagram e também no Facebook.

Receba notícias do acidade on Campinas no WhatsApp e fique por dentro de tudo! Basta acessar o link aqui!

Faça uma denúncia ou sugira uma reportagem sobre Campinas e região por meio do WhatsApp do acidade on Campinas: (19) 97159-8294.

Também estamos on no Threads e no Youtube.

Publicidade

Fonte: acidadeon.com

Continue Lendo

Cidades

São José dos Campos recebe 31ª Competição Baja SAE Brasil com 1,2 mil estudantes

São José dos Campos sediou a 31ª Competição Baja SAE Brasil, reunindo 1,2 mil estudantes de todo o país.

Publicado

em

Por

Foto: Claudio Vieira/PMSJC

São José dos Campos reafirmou sua vocação para a inovação e a tecnologia ao sediar, entre os dias 25 e 29 de março, a 31ª Competição Baja SAE Brasil – Etapa Nacional. O evento, realizado na Fatec, encerrou neste domingo (29) com a participação de cerca de 1.200 estudantes de instituições de ensino superior de todas as regiões do país.

Participação e Representatividade das Equipes

No total, 62 equipes participaram da competição, representando universidades de 13 estados brasileiros. Os estudantes, organizados em grupos de até 20 integrantes e orientados por professores, projetaram e construíram veículos off-road do tipo Baja, colocando em prática os conhecimentos adquiridos em sala de aula. A região Sudeste liderou o número de equipes inscritas, com 35 representantes, seguida pelo Nordeste (14 equipes), Sul (10), Norte (2) e Centro-Oeste (1).

Avaliação e Desafios Técnicos

Durante os dias de evento, os veículos foram avaliados por juízes em provas estáticas, como apresentação de projetos e análise técnica, além de dinâmicas que incluíram testes de desempenho e resistência. A principal prova foi o enduro, que exige dos carros robustez e eficiência em terrenos desafiadores, sendo a etapa de maior pontuação.

Incentivo ao Empreendedorismo

Além do aspecto técnico, a competição também incentivou o empreendedorismo. Na prova de Apresentação de Negócios, os estudantes tiveram o desafio de simular a comercialização dos protótipos para investidores, demonstrando a viabilidade econômica e o potencial de mercado dos projetos.

Publicidade

Depoimentos e Experiência dos Participantes

Para o estudante de engenharia mecânica da UFSJ e piloto de Baja, Lucca Dambros, a competição vai muito além da disputa. “Essa é a minha oitava e última competição como piloto de Baja. O projeto é engrandecedor, porque ele faz a gente trabalhar todas as competências necessárias para um engenheiro ainda na graduação”, destacou. Lucca também ressaltou o caráter formativo e colaborativo do evento, mencionando que todos os voluntários já foram competidores.

Histórico e Impacto do Baja no Brasil

Criado nos Estados Unidos em 1976, o projeto Baja chegou ao Brasil em 1994, com a primeira competição nacional realizada no ano seguinte. Desde então, milhares de estudantes já participaram do programa, que se consolidou como uma importante plataforma de formação prática em engenharia. Os participantes são desafiados a trabalhar em equipe, gerir projetos e analisar a viabilidade econômica de suas soluções, contribuindo para a formação de profissionais que hoje ocupam posições de destaque em grandes empresas no Brasil e no exterior.

Com estrutura tubular em aço, os veículos Baja são monopostos, projetados para uso fora de estrada e equipados com motor padrão de 13HP. Os protótipos precisam suportar condições severas e transportar pilotos com até 1,90 metro de altura e 109 quilos.

A realização de mais uma edição da competição em São José dos Campos reforça o papel estratégico do município como polo de ciência, tecnologia e inovação, além de aproximar estudantes do mercado e das demandas reais da engenharia.

Fonte: sjc.sp.gov.br

Publicidade

Continue Lendo

Mais Lidas