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Previsão do tempo

EUA Sob Alerta Máximo: Tempestade Invernal Histórica Ameaça Condições Catastróficas para 160 Milhões

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Os Estados Unidos se preparam para enfrentar o que meteorologistas descrevem como o pior inverno em quatro décadas. Uma vasta e perigosa tempestade de inverno avança sobre o país, prometendo uma combinação devastadora de chuva congelante e intensas nevadas. Com potencial para gerar condições “catastróficas” em regiões habitadas por cerca de 160 milhões de pessoas, a nação mobiliza recursos e emite alertas urgentes para minimizar os impactos previstos.

Alerta Abrangente e Riscos Iminentes

A onda ártica, que já provocou declarações de estado de emergência em diversos estados, estende-se desde a costa da Califórnia, atravessando grande parte do território continental, e concentra-se especialmente no centro do país, englobando as Montanhas Rochosas e as Grandes Planícies. O Serviço Nacional de Meteorologia (NWS) prevê um “acúmulo catastrófico de gelo”, que pode levar a consequências severas, como apagões prolongados, danos significativos à vegetação e condições de viagem extremamente perigosas, podendo tornar estradas intransitáveis. Segundo o meteorologista Ryan Maue, a população deve se preparar para temperaturas que podem cair abaixo de -18°C e reforçar medidas de segurança, pois a ameaça é real e iminente.

Texas em Alerta Máximo Após Experiência Traumática

No Texas, a memória da tempestade de fevereiro de 2021, que resultou em mais de 200 mortes por hipotermia, intoxicação por monóxido de carbono e acidentes, é um fator determinante na atual preparação. Naquele episódio, a falha massiva da rede elétrica estadual deixou milhões sem energia. As autoridades texanas, incluindo o governador Greg Abbott, asseguram que a infraestrutura elétrica está robusta e pronta para lidar com a atual tempestade, sem expectativa de cortes. Em Houston, a maior cidade do estado, 12 abrigos foram abertos para acolher pessoas e seus animais de estimação, com o prefeito John Withmire alertando para aproximadamente 48 horas de temperaturas congelantes. A cidade também enfatizou uma política inclusiva nos abrigos, acolhendo todos os necessitados, independentemente de seu status legal, pautando-se na compaixão humana.

A população do Texas demonstrou uma corrida por bens de primeira necessidade em supermercados, buscando estocar suprimentos. Alguns moradores, como Clinton Moore, de 63 anos, já se equiparam com geradores e reservas, expressando esperança de que a situação não se repita com a mesma intensidade de cinco anos atrás, um reflexo do aprendizado e da resiliência local.

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Respostas Estaduais e Interrupções no Transporte

Além do Texas, outros estados também estão em estado de alerta e mobilização. No estado de Nova York, a governadora Kathy Hochul emitiu avisos sobre o frio extremo, que pode tornar perigoso até mesmo deslocamentos curtos ao ar livre. O estado mobilizou milhares de trabalhadores de serviços públicos, máquinas de remoção de neve e equipes de emergência para garantir a liberação das vias, restabelecer o fornecimento de energia e proteger as populações vulneráveis. A ameaça climática já impactou significativamente o transporte aéreo, com mais de 6 mil voos programados para o fim de semana sendo cancelados, muitos deles com origem ou destino no Texas, segundo o rastreador FlightAware, causando amplos transtornos aos viajantes.

Vórtice Polar e o Debate Climático

O fenômeno do vórtice polar, que normalmente permanece confinado ao Polo Norte, deslocou-se para o sul, contribuindo para as condições climáticas extremas. Embora a ligação direta entre essa ocorrência e as mudanças climáticas não seja imediatamente aparente, pesquisas indicam um aumento na frequência dessas tempestades invernais nos últimos 20 anos. Alguns cientistas sugerem que o aquecimento do Ártico, em um ritmo superior à média global, pode estar desestabilizando o vórtice polar, fazendo com que ele se estenda sobre a América do Norte. Contudo, especialistas também alertam contra conclusões simplistas, enfatizando a complexidade dos fenômenos climáticos e a necessidade de análises mais aprofundadas antes de atribuir diretamente cada evento extremo à mudança climática de origem humana.

Conclusão

À medida que a tempestade se intensifica, a capacidade de resposta e a resiliência da população dos Estados Unidos serão testadas. Com previsões de um dos invernos mais rigorosos em décadas, a preparação, a solidariedade e a vigilância das autoridades e dos cidadãos serão cruciais para mitigar os impactos e garantir a segurança de milhões de pessoas em todo o país. Os próximos dias serão decisivos para a nação diante deste desafio climático sem precedentes.

Fonte: https://jovempan.com.br

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Brasil

Alerta Médico: Calor Extremo Ameaça Diversos Grupos Vulneráveis, Além dos Idosos

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O calor extremo, um fenômeno cada vez mais presente, representa um perigo substancial para a saúde de uma vasta gama de indivíduos, muito além do que se costuma imaginar. A cardiologista Gláucia Maria Moraes de Oliveira, professora titular da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), enfatizou durante o programa CNN Sinais Vitais que, embora os idosos sejam frequentemente citados, o risco se estende a diversos outros grupos vulneráveis. As consequências podem ser graves, incluindo um alarmante aumento de 7% na mortalidade por infarto em períodos de altas temperaturas.

A Vulnerabilidade Amplificada Pelo Calor

A Dra. Oliveira detalha que a vulnerabilidade ao calor não se restringe a uma única faixa etária ou condição. Indivíduos idosos, por exemplo, frequentemente utilizam medicações como diuréticos, que já contribuem para a perda de volume plasmático através da urina. Em um cenário de calor intenso, essa desidratação preexistente é drasticamente agravada, elevando significativamente o risco de complicações graves. A combinação do calor com a medicação pode desequilibrar rapidamente o organismo, exigindo atenção redobrada.

Impacto Abrangente em Condições Crônicas e Neurológicas

A ameaça do calor não poupa aqueles com condições crônicas de saúde. Pacientes diabéticos, crianças e pessoas que já convivem com qualquer tipo de doença crônica enfrentam desafios adicionais e riscos elevados durante ondas de calor. A cardiologista aponta que o impacto é vasto, abrangendo desde problemas cardiovasculares e renais até condições respiratórias como DPOC e asma, todas passíveis de piora significativa em cenários de temperaturas elevadas.

Além disso, o calor extremo agrava também doenças neurológicas e de saúde mental. Pacientes com Alzheimer, Parkinson e diversas condições mentais são particularmente suscetíveis, pois a termorregulação do corpo pode ser comprometida, ou a própria condição pode dificultar a percepção e a resposta à necessidade de hidratação e resfriamento.

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A Conexão Perigosa: Calor, Poluição e Saúde Respiratória

Um fator complicador adicional durante os meses mais quentes é a notável deterioração da qualidade do ar. A Dra. Oliveira alerta que no verão, a poluição atmosférica, incluindo o aumento de material particulado, se intensifica. Essa combinação de calor extremo e ar poluído cria um ambiente particularmente hostil e perigoso para a saúde pública, especialmente para aqueles que já possuem condições respiratórias ou cardiovasculares preexistentes. A inalação de partículas nocivas, somada ao estresse térmico, sobrecarrega o sistema respiratório e cardiovascular, aumentando a incidência de crises e complicações graves.

Conclusão: A Urgência da Conscientização e Prevenção

As revelações da Dra. Gláucia Maria Moraes de Oliveira sublinham a necessidade crítica de uma conscientização pública ampliada sobre os perigos do calor extremo. Não se trata apenas de uma preocupação para os mais idosos, mas de um risco multifacetado que atravessa diversas populações vulneráveis e condições de saúde. É imperativo que medidas preventivas sejam adotadas de forma generalizada, incluindo hidratação adequada, busca por ambientes frescos e atenção especial à qualidade do ar, a fim de mitigar os impactos devastadores que as ondas de calor podem ter sobre a saúde e a vida.

Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br

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Cidades

Previsão para os proximos dias.

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A previsão do tempo para os próximos dias aponta instabilidade no clima, com chuvas moderadas a fortes e risco de tempestades em várias regiões.

Após um início de semana com chuvas isoladas, o estado de São Paulo entra em alerta para temporais nesta quinta-feira (16). Embora não esteja prevista a chegada de uma nova frente fria, mudanças na circulação dos ventos na Região Sudeste, combinadas com a formação de uma área de baixa pressão atmosférica entre o Paraguai e o Sul do Brasil, favorecem o desenvolvimento de nuvens carregadas em todo o estado.

Previsão Detalhada para os Próximos Dias

Quinta-feira (16):
O dia será marcado por tempo instável, com muitas nuvens e chuvas a qualquer momento. Pancadas fortes, acompanhadas de raios, granizo e rajadas de vento, podem ocorrer de forma pontual. Durante a madrugada de sexta-feira, a instabilidade deve persistir com chuvas constantes. Em Campinas, a temperatura máxima prevista é de 28°C.

Sexta-feira (17):
O clima seguirá fechado e instável, com chuvas moderadas a fortes ao longo do dia, influenciadas por um corredor de umidade que atravessa o continente. Tempestades com raios, granizo e ventos fortes podem ocorrer a qualquer momento. Em Campinas, a máxima também será de 28°C.

Final de Semana

No sábado e domingo, as pancadas de chuva devem continuar à tarde e à noite, mas os períodos de sol serão mais frequentes. Apesar disso, algumas precipitações poderão ser intensas, com chuvas de moderada a forte intensidade em pontos isolados.

Fique atento às atualizações meteorológicas e evite áreas de risco durante os temporais.

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