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Economia

Renan Calheiros se Reúne com Fachin e Diretores da PF para Discussões sobre o Grupo Master

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O presidente da Comissão de Assuntos Econômicos do Senado, Renan Calheiros, confirmou nesta terça-feira, dia 10, uma série de reuniões importantes que ocorrerão na quarta-feira, dia 11. As discussões envolverão o presidente do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin, e o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, no contexto das investigações sobre o grupo Master.

Agenda de Reuniões

Renan Calheiros informou que a reunião com o diretor da Polícia Federal acontecerá às 17 horas, enquanto o encontro com o presidente do STF está agendado para às 18h30. Essas reuniões são parte de um esforço contínuo para aprofundar as investigações relacionadas ao grupo Master, que têm gerado preocupação tanto no Congresso quanto na sociedade.

Integração com Outros Órgãos

Além de Fachin e Rodrigues, outros membros do grupo de trabalho da CAE também participarão dessas reuniões. A presença de representantes de órgãos fundamentais, como o Banco Central e o Tribunal de Contas da União, reflete a busca de Renan por uma colaboração técnica abrangente. Na semana anterior, ele já havia se encontrado com o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, e com Vital do Rêgo, presidente do TCU.

Objetivos das Discussões

O foco principal das reuniões será a troca de informações e a coordenação de esforços entre as diferentes instituições. Renan Calheiros enfatizou a importância do suporte técnico que essas entidades podem oferecer ao grupo de trabalho, o que pode ser crucial para o avanço das investigações e para a formulação de políticas que garantam a integridade do sistema econômico.

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Expectativas Futuras

Essas reuniões são vistas como um passo significativo na luta contra possíveis irregularidades associadas ao grupo Master. A expectativa é que, com o envolvimento dos principais responsáveis pela fiscalização e pela justiça, seja possível esclarecer os fatos e assegurar a transparência necessária para a confiança pública nas instituições.

Fonte: https://www.moneytimes.com.br

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Economia

BP Anuncia Resultados Financeiros e Suspende Recompra de Ações

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A BP, companhia britânica de petróleo e gás, revelou nesta terça-feira (10) seus resultados financeiros do último trimestre, que estão em conformidade com as previsões feitas por analistas do setor. Além de reportar um lucro expressivo, a empresa optou por suspender seu programa de recompra de ações, após registrar uma baixa contábil significativa em suas operações de energias renováveis e biogás.

Resultados Financeiros e Decisão de Reinvestimento

A nova CEO da BP, Meg O’Neill, que assumirá o cargo em abril, anunciou que a companhia irá redirecionar os recursos excedentes para novas oportunidades de investimento no setor de petróleo e gás. Nos últimos três meses, a empresa havia recomprado ações totalizando US$ 750 milhões (cerca de R$ 3,9 bilhões), mas a suspensão da recompra reflete uma estratégia de foco em crescimento e desenvolvimento sustentável.

Desempenho das Unidades de Negócio

A performance da BP em suas divisões de gás e baixo carbono superou as expectativas, enquanto as operações de produção e o segmento de clientes e produtos se mostraram estáveis, apresentando resultados financeiros dentro do que era projetado. Com isso, o lucro líquido ajustado da empresa para o quarto trimestre alcançou US$ 1,54 bilhão (aproximadamente R$ 8,01 bilhões), refletindo um crescimento de cerca de 32% em comparação ao mesmo período do ano anterior.

Novidades no Campo Bumerangue

Em relação ao seu projeto no Brasil, a BP trouxe novidades sobre a descoberta do campo Bumerangue, considerado a maior nos últimos 25 anos. A empresa estima que essa nova reserva contenha cerca de 8 bilhões de barris de líquidos, com uma distribuição igual entre petróleo e condensado. A BP planeja iniciar a perfuração de poços de avaliação ainda este ano, o que poderá abrir novas perspectivas para suas operações na região.

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Conclusão e Perspectivas Futuras

Com a suspensão da recompra de ações e o foco em reinvestimentos, a BP parece estar se preparando para enfrentar os desafios e oportunidades do mercado de energia. A expectativa é de que a nova liderança traga uma visão renovada e estratégias que possam impulsionar o crescimento da empresa, especialmente em um cenário de transição energética.

Fonte: https://forbes.com.br

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Economia

Ibovespa Oscila e Tenta Sustentar Níveis Próximos a 186 Mil Pontos

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No cenário financeiro atual, o Ibovespa apresenta oscilações ao redor dos 186 mil pontos, enquanto o dólar comercial avança para R$ 5,20 e os juros futuros mostram uma tendência de alta. Nos primeiros dias de 2026, o índice já superou 10 recordes históricos, refletindo um desempenho significativo em comparação com o ano anterior.

Movimentações do Mercado

Os dados mais recentes indicam que o índice Small Caps avançou 0,14%, alcançando 2.564,46 pontos, enquanto o Ifix, que mede o desempenho dos fundos imobiliários, registrou uma queda de 0,20%, atingindo 3.835,95 pontos. No entanto, ações da Azul (AZUL53) enfrentam quedas acentuadas, com uma desvalorização de 34,64%, cotadas a R$ 4,85.

Influências Externas e Expectativas

O mercado brasileiro também está sendo impactado por movimentações externas. O dólar opera em alta leve, acompanhando a valorização da moeda americana em relação a outras divisas emergentes. O Ibovespa, por sua vez, oscila entre perdas e ganhos, sendo pressionado por ações de empresas como Eneva, mas beneficiado por outras como BB Seguridade. A alta contida dos principais índices de ações de Wall Street, especialmente no setor de tecnologia, também influencia esse cenário.

Desempenho da Economia e Perspectivas

Os dados sobre as vendas no varejo dos Estados Unidos, que mostraram estagnação em dezembro, levantam preocupações sobre a saúde da economia americana. Essa situação reflete uma possível desaceleração, que, por sua vez, poderia afetar o rendimento dos Treasuries. No Brasil, a inflação registrada em janeiro foi de 0,33%, em conformidade com as expectativas do mercado, o que não altera as projeções para a política monetária local.

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Expectativas do Federal Reserve

O Federal Reserve, sob a direção de Kevin Warsh, permanece vigilante em relação ao impacto da inteligência artificial no mercado de trabalho. Em um evento recente, o secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, destacou a necessidade de monitorar o crescimento econômico, que se manteve em 4,1% nos últimos trimestres de 2025. Ele acredita que o crescimento do PIB pode alcançar 6% este ano, sem um aumento significativo da inflação.

Conclusão

Em resumo, o Ibovespa enfrenta desafios e oscilações no curto prazo, mas as condições financeiras globais e os dados econômicos internos estão moldando as expectativas dos investidores. Com um cenário de incertezas, a atenção permanece voltada para as influências externas e a evolução das políticas monetárias, que podem impactar diretamente a trajetória do mercado brasileiro nos próximos meses.

Fonte: https://www.infomoney.com.br

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Economia

Expectativas Fracas para o Balanço da Ambev no Quarto Trimestre

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Analistas do setor financeiro manifestam preocupações em relação aos resultados da Ambev (ABEV3) no quarto trimestre de 2025, destacando a continuidade da queda nos volumes de vendas de cervejas da empresa. Dados recentes da indústria de bebidas no Brasil, incluindo um recuo de 5% no índice de produção industrial (PIM) em dezembro, corroboram essa visão pessimista.

Desempenho do Setor e Concorrência

A concorrência no setor de bebidas também tem impactado negativamente a Ambev. O Grupo Petrópolis, por exemplo, aumentou seus preços mensalmente, resultando em uma queda significativa de 22% nos volumes de vendas em dezembro em comparação ao ano anterior. Além disso, a Coca-Cola Andina reportou um aumento na demanda por refrigerantes, impulsionado por condições climáticas favoráveis, o que pode ter afetado ainda mais a cervejaria brasileira.

Projeções de Resultados

O Goldman Sachs, em suas análises, acredita que as expectativas do mercado para uma retração de 3% a 4% nos volumes de cerveja da Ambev já estão embutidas nos preços das ações. O banco, que mantém a recomendação de venda com um preço-alvo de R$ 11,30, observa que há pouco espaço para surpresas positivas nos próximos resultados, uma vez que o risco se mostra limitado.

Avaliações de Outros Bancos

O Itaú BBA também prevê resultados fracos para a Ambev, embora sugira que a dinâmica de volumes pode ser melhor do que o esperado, com um EBITDA consolidado previsto de R$ 8,4 bilhões. A previsão de queda de 3% nos volumes está alinhada com o consenso do mercado, mas o banco destaca a falta de fatores que possam alterar significativamente a percepção sobre a empresa.

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Desafios e Expectativas Futuras

O Bradesco BBI, por sua vez, expressa ceticismo sobre a recuperação do poder de precificação da Ambev, o que pode manter as margens sob pressão. A instituição projeta um aumento de 5,7% nos custos de produção e um crescimento modesto nos volumes de vendas. As divisões da companhia são vistas como potenciais compensações, mas com crescimento limitado.

Conclusão e Recomendações

As expectativas para os resultados da Ambev no quarto trimestre de 2025 estão repletas de incertezas, com analistas de diferentes instituições financeiras adotando posturas cautelosas. A combinação de tendências macroeconômicas desfavoráveis e a pressão sobre os custos pode dificultar uma recuperação significativa da empresa. Assim, recomendações de venda e neutras prevalecem entre os grandes bancos, refletindo um sentimento geral de cautela em relação ao desempenho das ações da Ambev.

Fonte: https://www.infomoney.com.br

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