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Economia

Queda nas Ações da Uber em Nova York Após Resultados Financeiros Abaixo do Esperado

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As ações da Uber Technologies (UBER) enfrentaram uma queda significativa na bolsa de Nova York nesta quarta-feira, 4 de outubro. O movimento ocorreu após a divulgação de resultados financeiros do quarto trimestre que não atingiram as expectativas do mercado. Por volta das 13h20 (horário de Brasília), os papéis da companhia apresentavam uma desvalorização de 3,9%, sendo negociados a US$ 74,93.

Resultados Financeiros do Quarto Trimestre

No último trimestre, a Uber reportou um lucro líquido de US$ 296 milhões, o que equivale a US$ 0,14 por ação. Esse resultado representa uma queda expressiva em comparação com o mesmo período do ano anterior, quando a empresa registrou um lucro de US$ 6,88 bilhões, ou US$ 3,21 por ação. Quando considerados apenas itens recorrentes, o lucro ajustado foi de US$ 0,71 por ação, abaixo da previsão de analistas que estimavam um lucro de US$ 0,85.

Expectativas para o Futuro

Para o primeiro trimestre deste ano, a Uber projeta um lucro ajustado entre US$ 0,65 e US$ 0,72 por ação, inferior ao consenso de mercado que esperava US$ 0,75. Além disso, as reservas brutas devem variar entre US$ 52 bilhões e US$ 53,5 bilhões, superando a estimativa anterior de US$ 51,39 bilhões.

Desempenho Operacional da Empresa

Em termos operacionais, a Uber demonstrou um crescimento notável, com o número de viagens aumentando 22% no trimestre, totalizando 3,8 bilhões. A base de usuários ativos mensais também cresceu, registrando um aumento de 18% em relação ao ano anterior. As reservas brutas, por sua vez, subiram 22%, alcançando US$ 54,1 bilhões no mesmo período.

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Mudanças na Diretoria Financeira

Além dos resultados financeiros, a Uber anunciou alterações em sua equipe de liderança. Balaji Krishnamurthy foi nomeado o novo diretor financeiro (CFO), assumindo o cargo de Prashanth Mahendra-Rajah, que deixará sua posição em 16 de fevereiro. Mahendra-Rajah, no entanto, continuará a colaborar com a empresa até 1º de julho, atuando como assessor sênior na área financeira.

Conclusão

Os resultados financeiros decepcionantes e as perspectivas de lucro abaixo do esperado refletem desafios que a Uber enfrenta em um mercado competitivo. Apesar do crescimento no número de usuários e no volume de viagens, a empresa precisará de estratégias eficazes para reverter a desvalorização das suas ações e atender às expectativas do mercado nos próximos trimestres.

Fonte: https://www.moneytimes.com.br

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Economia

Senado Estabelece Comissão para Investigar Irregularidades do Banco Master

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Na última quarta-feira (4), a Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado deu início a uma subcomissão dedicada a investigar as alegações de fraudes associadas ao Banco Master. Este banco é acusado de estar envolvido em irregularidades que podem totalizar prejuízos bilionários no sistema financeiro brasileiro.

Coordenação e Composição da Comissão

A nova Comissão do Banco Master será composta por 13 membros e terá como líder o senador Renan Calheiros (MDB-AL). Durante a instalação, Calheiros declarou que este é um dos maiores escândalos bancários que o Brasil já enfrentou e enfatizou a seriedade da situação, afirmando que a comissão se compromete a investigar sem omissões.

Objetivos e Potencial da Comissão

Além de investigar, a comissão possui poderes para propor a quebra de sigilos bancários e telefônicos, convocar testemunhas e realizar diligências. Segundo Renan, a comissão atuará de forma complementar a possíveis Comissões Parlamentares de Inquérito (CPIs), mas com foco exclusivo na supervisão do sistema financeiro.

Interação com Autoridades

Renan Calheiros também manifestou a intenção de questionar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva sobre uma reunião que teria ocorrido entre ele e o empresário Daniel Vorcaro, dono do Banco Master. O senador mencionou que perguntas formais serão enviadas ao presidente, e sua colaboração será bem-vinda para o andamento das investigações.

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Encontros com o Banco Central

A comissão planejou uma reunião com o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, para discutir a situação do Banco Master. Calheiros criticou a demora da instituição em tomar medidas para liquidar o banco, ressaltando que o Banco Central possui informações cruciais para esclarecer os fatos.

Foco na Venda ao BRB

Outro aspecto importante da investigação será a tentativa de venda do Banco Master ao Banco Regional de Brasília (BRB). Calheiros levantou questões sobre a legitimidade dessa transação, indicando que houve pressão por parte do Banco Central para que o BRB adquirisse um banco em dificuldades financeiras.

Pressões e Acusações

O senador também acusou lideranças da Câmara dos Deputados de tentarem influenciar o Tribunal de Contas da União (TCU) para reverter a liquidação do Banco Master. Segundo ele, houve tentativas de alterar a legislação do Fundo Garantidor de Crédito (FGC) como parte dessa pressão.

Caminho das CPIs

Recentemente, um pedido para a criação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPMI) foi protocolado, contando com a assinatura de 42 senadores e 238 deputados. A autorização para a formação da CPMI depende do presidente do Congresso, Davi Alcolumbre, que ainda não se pronunciou sobre o assunto.

Conclusão

A instalação da Comissão do Banco Master representa um passo significativo na busca por respostas sobre as alegações de fraudes financeiras. Com poderes amplos e uma abordagem proativa, a comissão se compromete a investigar a fundo, visando a transparência e a responsabilização dos envolvidos neste escândalo.

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Fonte: https://www.moneytimes.com.br

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Economia

Desafios da Shein na Transformação do Brasil em Polo de Fabricação

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Em 2023, a Shein, gigante do comércio eletrônico de moda, visava estabelecer o Brasil como um importante centro de produção. Com seu modelo de negócios que combina agilidade e preços acessíveis, a empresa buscava não apenas ampliar sua base de clientes, mas também otimizar sua cadeia de suprimentos localmente. No entanto, essa ambição encontrou barreiras significativas nas confecções brasileiras.

Estratégia da Shein no Mercado Brasileiro

A estratégia da Shein para o Brasil envolvia a implementação de fábricas que poderiam atender à demanda local de maneira mais eficaz. O objetivo era reduzir os prazos de entrega e os custos de importação, além de criar empregos na indústria têxtil nacional. A empresa acreditava que, ao investir na produção local, conseguiria não apenas aumentar sua competitividade, mas também melhorar sua imagem perante os consumidores brasileiros.

Resistência das Confecções Locais

Entretanto, a iniciativa da Shein não foi bem recebida por todos. As confecções locais expressaram preocupações sobre a possibilidade de a marca dominar o mercado, o que poderia levar a uma redução na diversidade de produtos e na sustentabilidade das pequenas e médias empresas. Além disso, muitos empresários temiam que a empresa, com seu poder financeiro, pudesse oferecer condições de trabalho desfavoráveis, impactando a qualidade do emprego no setor.

Consequências e Futuro da Parceria

As tensões entre a Shein e as confecções brasileiras resultaram em um impasse que poderá moldar o futuro das relações comerciais no setor. A resistência das confecções não apenas dificultou a expansão da Shein, mas também gerou um debate mais amplo sobre a sustentabilidade da moda rápida e suas implicações para a indústria local. O futuro dessa parceria dependerá da capacidade de ambas as partes em encontrar um equilíbrio que beneficie tanto a gigante do e-commerce quanto os fabricantes locais.

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Conclusão

A tentativa da Shein de transformar o Brasil em um polo de fabricação evidencia os desafios enfrentados por empresas globais em mercados locais. Enquanto a busca por eficiência e redução de custos continua a ser uma prioridade para a marca, a resistência das confecções locais destaca a importância de práticas comerciais justas e sustentáveis. O desenvolvimento de um diálogo construtivo será essencial para que as duas partes encontrem um caminho viável e mutuamente benéfico.

Fonte: https://valor.globo.com

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Economia

Dólar em Baixa: Dados dos EUA em Foco!

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Nesta quarta-feira, 4 de outubro, o dólar apresenta uma tendência de queda em relação ao real, continuando a trajetória de desvalorização iniciada na sessão anterior. Essa movimentação contrasta com o comportamento da maioria das moedas emergentes, enquanto os investidores se concentram em dados econômicos que serão divulgados nos Estados Unidos.

Cotação Atual do Dólar

Às 9h11, o valor do dólar à vista registrava uma desvalorização de 0,22%, sendo cotado a R$ 5,239 na venda. Em paralelo, o dólar futuro, com vencimento em março e que é o mais negociado no Brasil, apresentava uma leve queda de 0,10%, alcançando R$ 5,261. Na sessão anterior, a moeda fechou cotada a R$ 5,2484, apresentando uma baixa de 0,18%.

Expectativas para os Dados Econômicos

A agenda econômica do dia inclui a divulgação do índice ISM de serviços, além do relatório ADP, que fornece dados sobre a criação de empregos no setor privado. As previsões indicam que 48 mil novas vagas devem ser criadas em setembro, superando as 41 mil do mês anterior. Este dado é especialmente pertinente, uma vez que o Bureau of Labor Statistics (BLS) anunciou a postergação da divulgação do relatório de Payroll, anteriormente programada para sexta-feira, em função de uma paralisação parcial do governo.

Desenvolvimentos Políticos nos EUA

Recentemente, o Congresso dos Estados Unidos chegou a um acordo orçamentário, encerrando a paralisação que afetava a administração pública desde o início da semana. Esse novo pacote assegura o financiamento do governo federal até o término do ano fiscal, o que pode influenciar positivamente a confiança dos investidores.

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Perspectivas para o Mercado

Além dos dados mencionados, a diretora do Federal Reserve, Lisa Cook, deve discursar ao longo do dia, o que pode trazer novas informações sobre a política monetária e suas implicações para o mercado cambial. A expectativa é que esses eventos influenciem a cotação do dólar, refletindo as reações dos investidores às mudanças na economia americana.

Com o cenário econômico em constante evolução, tanto os analistas quanto os investidores permanecem atentos às atualizações que poderão impactar o valor do dólar frente ao real nos próximos dias.

Fonte: https://www.infomoney.com.br

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