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Como a Tarifa de Trump Está Impactando o Dólar Hoje e o Seu Bolso

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Introdução

Você já percebeu que o dólar está mais caro e se perguntou por que isso aconteceu de repente? Essa bola de neve começou com uma decisão do presidente dos EUA — e rendeu impacto direto na sua vida. Neste artigo, vou te contar com calma o que está por trás da alta do dólar hoje, como chegamos aqui e o que isso significa para o seu bolso. Se você acompanha a cotação e sente o reflexo na conta do supermercado, este texto é para você.


O que faz o dólar hoje disparar?

No início da tarde de 11 de julho de 2025, o dólar à vista fechou cotado a R$ 5,5481, alta de 0,12% em apenas um dia e um aumento de 2,28% na semana. Essa valorização tem um nome: tarifas dos EUA.

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1. Entenda a “guerra tarifá

ria”

Donald Trump anunciou tarifas:

  • 50% sobre produtos brasileiros (quarta-feira)

  • 35% sobre importações do Canadá (a partir de 1º de agosto)

Essas medidas mexem com o dólar porque aumentam o risco e a expectativa de que empresas vendam menos para os EUA — e menos dólares entrando no Brasil significa câmbio mais alto.

2. Reação dos mercados glob

ais

Com as tarifas, investidores fogem de ativos mais arriscados como ações emergentes. Resultado: dólar se valoriza globalmente e pressiona ainda mais o real .

No Brasil, o dólar comercial fechou em R$ 5,589 (compra) e R$ 5,608 (turismo), indicando que a alta afeta as duas cotações.


Por que essa oscilação nos últimos dias?

9 de julho: o susto chega pri

meiro

Trump anunciou uma possível tarifa mínima de 25–40% contra até sete países, inclusive o Brasil, levando o dólar a R$ 5,50359 (+1,05%).

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10 de julho: tarifa oficial de 50%

Recebida com surpresa, essa notícia fez o dólar disparar até R$ 5,621 no intraday, embora tenha acomodado em R$ 5,5416 no fechamento .

11 de julho: final da seman

a

Com o mercado assimilando o choque, o dólar hoje fechou em alta moderada de 0,12%, aos R$ 5,5481.


Como essa alta afeta o seu dia a dia?

1. Preços nas alturas

Produtos importados, ou fabricados no Brasil com matérias-primas cotadas em dólar — como eletrônicos, remédios e combustíveis — ficam mais ca

ros. A inflação sente o impacto, e isso também pressiona os juros.

2. Turismo mais caro

Para quem viaja ou compra dólares em espécie/cartões:

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  • Compra: R$ 5,608

  • Venda: R$ 5,788

Ou seja, cada dólar “turismo” custa até R$ 0,20 a mais que o comercial.

3. Investimentos e mercado financeiro

A instabilidade teme afugentar i

nvestidores. Uma semana de alta de 2,28% no dólar refletiu fuga de investidores, bolsas em baixa e juros protegidos por precificação do risco.


Panorama econômico no Brasil e fatores internos

Embora as tarifas gazebo sejam o principal gatilho, há contexto interno:

  • Serviços cresceram 4 meses seguidos (maio), num ritmo mais contido.

  • Fazenda revisou o PIB de 2,4% para 2,5% em 2025 – um sinal positivo .

  • Inflação acumulada de 5,35% até junho, ligeiramente acima do previsto — IPCA em alta .

Esses indicadores ajudam a entender que o real vinha até resistindo antes das tarifas.

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O que esperar daqui pra frente?

A. Retaliações do Brasil?

Ainda não está claro como o Brasil vai reagir. Poderia haver contramedidas ou abertura para negociação. Esse jogo diplomático influenciará a cotação daqui em diante.

B. Tensão internacional e panorama global

Trump também sinalizou intenção de ampliar tarifas gerais para 15–20% em outros mercados. Se isso se concretizar, poderemos enfrentar uma guerra comercial mais ampla.

C. Política monetária e juros no Fed e BC

O Federal Reserve ainda debate corte de juros, e isso pode aliviar o dólar globalmente.

No Brasil, o Copom mantém a Selic alta (15%) para conter a inflação, o que também dá suporte ao real.


Estratégias para se proteger da alta do dólar hoje

  1. Planeje compras e viagens: troque dólares com antecedência se possível, comparando turismo vs. comercial.

  2. Considere investimentos atrelados ao dólar: como fundos cambiais.

  3. Diversifique: fundos DI, Tesouro, ativos fora do dólar podem equilibrar risco.

  4. Acompanhe cenários: novas tarifas ou respostas do Brasil podem reverter o câmbio.


Resumo dos principais pontos

  • Dólar hoje fechou em R$ 5,5481, alta de 0,12%, e acumulou +2,28% na semana.

  • Principais causas: tarifa de 50% dos EUA sobre produtos brasileiros e tensões comerciais.

  • Impactos: inflação, preços ao consumidor, custo de viagens e incerteza nos mercados financeiros.

  • Panorama interno: serviços em expansão, PIB revisado para cima, inflação levemente acelerada .

  • O que vem pela frente: retaliações diplomáticas, novas tarifas globais, posicionamento dos bancos centrais.


Conclusão

Viver sob a volatilidade do câmbio é desafiador – e a alta do dólar hoje, com tarifas de Trump como gatilho, tem um impacto real no seu dia a dia. Mas informação é poder. Agora você sabe por que o dólar atingiu patamares acima de R$ 5,50, o que esperar do cenário e como reagir. O caminho é estar atento: seus gastos, seus investimentos e suas escolhas dependem disso.

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Bullet Points – Pontos-chave para guardar no bolso

  • O dólar fechou a R$ 5,5481, alta semanal de 2,28%.

  • A alta reflete tarifas de até 50% dos EUA contra o Brasil.

  • Impacto direto: produtos, viagens e inflação mais caros.

  • PIB brasileiro surpreendeu positivamente este ano.

  • Fique de olho em negociações e nas decisões de juros.

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Impacto da IA na Comunicação Empresarial: Confiança em Gestão em Risco

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Um recente estudo publicado no International Journal of Business Communication em 2025 aponta que a utilização excessiva da inteligência artificial (IA) na comunicação corporativa tem gerado preocupações significativas entre os funcionários. Embora a tecnologia seja bem recebida para tarefas menores, sua aplicação em atividades mais críticas está minando a confiança nas lideranças.

Aceitação da IA nas Tarefas Cotidianas

Os colaboradores demonstram uma atitude positiva em relação à utilização de IA para realizar pequenas correções e ajustes em comunicações. Essa aceitação se deve, em parte, à eficiência que a tecnologia oferece para tarefas rotineiras, permitindo que os funcionários concentrem sua atenção em atividades mais complexas. Contudo, essa receptividade diminui drasticamente quando se trata de delegar funções mais importantes à IA.

Reação Negativa a Tarefas Críticas Delegadas à IA

Quando a inteligência artificial é empregada em atividades sensíveis, como a elaboração de mensagens de feedback, avaliações de desempenho ou comunicações delicadas, a percepção dos colaboradores se transforma. Muitos veem essa prática como uma falta de envolvimento e comprometimento por parte da gestão, o que pode resultar em um clima de desconfiança entre líderes e suas equipes.

Consequências para a Relação Trabalho-Liderança

A confiança é um pilar fundamental nas relações de trabalho. O uso excessivo de IA em comunicações críticas pode prejudicar essa confiança, levando a um distanciamento entre gestores e colaboradores. A percepção de que os líderes estão se esquivando de suas responsabilidades ao delegar tarefas importantes à tecnologia gera um sentimento de desamparo entre os funcionários, que podem se sentir menos valorizados e mais desconectados dos objetivos da empresa.

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Reflexões Finais sobre o Uso da IA

O estudo ressalta a importância de encontrar um equilíbrio no uso da inteligência artificial nas comunicações empresariais. A tecnologia pode ser uma aliada poderosa, mas deve ser utilizada com discernimento, especialmente em tarefas que envolvem a interação humana e a construção de relacionamentos. Portanto, gestores devem estar atentos às reações de suas equipes e buscar formas de integrar a IA de maneira que complemente, e não substitua, o contato humano essencial para a confiança e a colaboração no ambiente de trabalho.

Fonte: https://exame.com

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Operação Mederi: PF e CGU Combatem Fraudes em Licitações de Saúde no RN

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Na última terça-feira, 27, a Polícia Federal (PF), em colaboração com a Controladoria-Geral da União (CGU), deu início à Operação Mederi, uma ação destinada a desmantelar um esquema de fraudes em licitações e desvio de recursos públicos na área da saúde. Esta operação representa um passo significativo no combate à corrupção que afeta a gestão de recursos destinados à saúde pública. (mais…)

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Fachin Reitera Compromisso com Julgamentos no Caso Banco Master

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O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, reafirmou seu compromisso em não se omitir em questões relacionadas ao inquérito que investiga o Banco Master, conduzido pelo colega Dias Toffoli. Em entrevista ao jornal O Globo, Fachin declarou que não hesitará em atuar quando necessário, mesmo que isso desagrade a alguns.

Apostando na Atuação Judicial

Ao ser questionado sobre a continuidade de Toffoli na relatoria do caso, Fachin enfatizou que não cruzará os braços diante de situações que demandem uma análise cuidadosa. “Doa a quem doer”, afirmou, ressaltando a importância de sua atuação como presidente do tribunal.

Análise de Irregularidades e Procedimentos

Fachin também detalhou o processo para a avaliação de possíveis vícios ou irregularidades no inquérito. Ele explicou que, conforme o regimento interno, eventuais questões levantadas devem ser submetidas ao colegiado competente. Caso haja recursos por parte de interessados, a matéria será analisada pelo órgão correspondente, com o relator apresentando suas justificativas para que o colegiado tome uma decisão.

Defesa da Atuação de Toffoli

Recentemente, Fachin expressou apoio a Dias Toffoli após sofrer críticas sobre sua atuação. Em uma nota, ele ressaltou que a corte constitucional brasileira deve ser guiada pela proteção da Constituição e o respeito ao devido processo legal. Fachin destacou a importância de garantir a supervisão judicial adequada, mesmo em meio a desafios e questionamentos.

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Controvérsias na Relatoria de Toffoli

Desde que assumiu a relatoria do inquérito do Banco Master, Toffoli enfrentou diversas contestações. Um dos momentos mais criticados ocorreu quando ele decidiu enviar e armazenar material apreendido na Operação Compliance Zero diretamente no STF. Após receber feedback negativo, Toffoli voltou atrás e optou por encaminhar os documentos à Procuradoria-Geral da República, ignorando uma recomendação da Polícia Federal sobre a supervisão da análise.

Implicações Futuras

A postura de Fachin e as controvérsias envolvendo Toffoli refletem a complexidade do ambiente judiciário brasileiro. A expectativa é que, conforme o inquérito avance, mais questões surjam, exigindo uma atuação decidida e transparente do STF para assegurar a integridade do processo judicial e a confiança pública nas instituições.

Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br

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